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Você têm um plano para suas Finanças Pessoais? 24/12/2009

Posted by Pedro Carvalho in Editorial.
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Qual o investimento mais interessante a fazer atualmente? Bolsa? Renda fixa? Imóveis?

Claro que pensar e racionalizar sobre os seus investimentos é uma atitude muito importante, pois é isto que permitirá extrair mais do mesmo dinheiro que acumulou nestes anos e temos uma responsabilidade enorme em gerenciar nosso dinheiro, os ganhos passados polpudos da renda fixa acabaram e teremos que assumir uma postura mais ativa em relação aos nossos investimentos seja ele pequeno ou grande.

Mas qual  é mesmo o seu projeto? quanto precisará acumular e quanto tempo vai precisar trabalhar ainda?  precisamos  de um projeto que dê um horizonte do esforço que precisa ser feito para chegar onde se quer, do contrário como diz um antiga fábula “ pra quem não sabe onde vai qualquer caminho serve”

A pior mentira é aquela que contamos pra nós mesmos, por isso sugiro que pegue uma folha  de papel e escreva quais são seu objetivos ( início e final de ano são ótimos para fazer isso), quanto eles vão custar ( não precisa ter um valor exato  ) , reflita sobre o que pode dar errado no caminho…e pronto ! vc esta começando a fazer o que precisa, mas não esqueça de guardar a folha e revisar seu projeto de tempos em tempos.

Luiz Campos

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Luiz Campos é Gerente de Relacionamento da Lerosa S.A – Instituição Financeira que atua há mais de 50 anos em diversas áreas do universo de Investimentos ( atualmente oferece aos seus clientes diversos produtos e soluções  tais como Fundos de Investimentos, Assessoria na Alocação dos Investimentos, dentre outros ..). Para contato lcampos@dinargroup.com.br

Otimismo para Brasil 2010 18/12/2009

Posted by Jacqueline Maia in Notícias.
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Por Claudia Safatle – 17/12/2009

Valor Econômico

Otimismo com boas perspectivas de crescimento se contrapõe ao temor ante à deterioração da política fiscal e aumento da dívida pública em relação ao PIB

Crescimento econômico de 5% em 2010; retorno da meta de superávit primário das contas públicas consolidadas para 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB); queda do déficit nominal de 3,2% do PIB este ano para 1,3% do PIB em 2010; inflação na meta de 4,5%; e aumento do déficit em transações correntes do balanço de pagamentos com consequente depreciação do real.

Com esse conjunto de indicadores, mais uma expansão de 6% da massa salarial e elevação da taxa de investimento da economia para 18% do PIB, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, confiante, decreta: “Entrego a economia em 2010 com os melhores fundamentos macroeconômicos do G – 20. É pouca coisa?”.

Há, de fato, razões para justificar o otimismo e o bom humor do ministro. Assim como existem, também, motivos para apreensão: embora Mantega discorde, há entre os economistas um grande temor com a deterioração da política fiscal e com o aumento da dívida pública como proporção do PIB. Este ano a dívida líquida deverá chegar a 44% do PIB, em comparação aos 38,8% do PIB registrados em 2008. Para 2010, nas contas do Ministério da Fazenda, a dívida se situará entre 39% e 41% do PIB, reassumindo trajetória decrescente para chegar a 31% do produto em 2013.

O crescimento econômico será pautado principalmente pela expansão do consumo, que cresce 5% ao ano, com o consequente aumento das importações. O superávit da balança comercial, portanto, será em 2010 bem menor do que o saldo de cerca de US$ 27 bilhões projetados para este ano. Dados do Banco Central apontam para um superávit comercial de no máximo US$ 19 bilhões, mas o mercado já trabalha com apenas US$ 11 bilhões.

Essa performance levará a um aumento importante do déficit em transações correntes do balanço de pagamentos. Este, que deve chegar a US$ 18 bilhões este ano, pularia para a casa dos US$ 40 bilhões em 2010, segundo analistas de mercado. O governo, é importante notar, é sempre mais conservador nas suas projeções e, por isso, o Banco Central ainda considera possível, oficialmente, um déficit de US$ 30 bilhões para o ano que vem.

Não se deve desprezar, porém, a atuação dos investimentos na formação do produto. Os indicadores do governo apontam para uma taxa de investimento este ano na casa dos 16% do PIB, percentual que subiria para 18% em 2010 e para 23% em quatro a cinco anos.

Esse é, aliás, um grande desafio para os próximos anos, dada a perspectiva de crescimento com taxa de juros baixa, convergindo para uma taxa mais compatível com as externas.

A possibilidade de o Banco Central ter de elevar a taxa básica, a Selic, em 2010, não está descartada. O fato de o crescimento do produto no terceiro trimestre de 2009 ter sido de 1,3% sobre o período imediatamente anterior – performance aquém dos 2% ou mais que eram esperados – foi, nesse aspecto, uma boa notícia. Uma recuperação acelerada demais, depois do tombo dado pela crise financeira global, demandaria ação do Comitê de Política Monetária (Copom) antes das eleições presidenciais de outubro do próximo ano. Hoje a Selic está estacionada em 8,75% ao ano e há, no mercado, a percepção de que essa taxa está muito mais baixa do que se imagina ser um juro real neutro – algo entre 7,5% e 8%.

O governo não vê razões substantivas que possam dificultar a vida do sucessor de Luiz Inácio Lula da Silva. Mesmo a expansão do gasto com salários do funcionalismo público, que representava 3,8% do Produto Interno Bruto em 1991, subiu para 4,81% do PIB em 2002 e deve encerrar este ano com 5,10% do PIB, é vista com tranquilidade no governo. Os gastos correntes do setor público cresceram mais de 8% e a folha de salários, em particular, aumentou cerca de 12%.

Já a oposição e, sobretudo, o PSDB do eventual candidato à Presidência da República, José Serra, tem centrado suas críticas ao excesso de gastança do governo este ano, que foi muito além do chamado esforço contracíclico necessário para fazer frente a uma ameaça de recessão profunda que se desenhava no final do ano passado; e vê com enorme receio a queda do saldo comercial e seus efeitos sobre as contas externas do país.

Mantega assegura que entregará ao seu sucessor, no Ministério da Fazenda, uma economia em forte recuperação e com um processo de crescimento sustentável. Ao contrário das crises passadas (como as de 1982 e 2002), quando a retomada foi lenta e em formato de “W” – o PIB cresce num ano, no ano seguinte sofre queda, cresce novamente, cai mais uma vez e só então assume trajetória de expansão – desta vez o processo será em “V”, acredita o ministro.

Com a atividade econômica a pleno vapor e sem pressões inflacionárias, como o governo acredita que ocorrerá, as receitas tributárias voltarão a crescer, permitindo o retorno do superávit primário de 3,3% do produto.

Em entrevista ao Valor, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, também demonstrou otimismo. Segundo ele, o resultado do PIB no terceiro trimestre foi “qualitativamente superior ao do trimestre anterior”, mostrando uma expansão com características muito mais sustentáveis. Liderado pelo investimento – a taxa na margem de 6,5% – , com ligeira desaceleração do consumo das famílias e desaceleração dos gastos do governo. “É uma combinação de crescimento saudável e eu diria que é a combinação ideal do crescimento.

Oxalá a combinação nos próximos trimestres mantenha esse padrão, no qual o investimento mantenha o papel de “puxador” do crescimento porque isso assegura criação de capacidade produtiva no ritmo suficiente para prevenir o aparecimento de gargalos na oferta e, portanto, de pressões inflacionárias”, avaliou Luciano Coutinho.

Ele acredita que o investimento pode crescer 20% em 2010, muito acima dos 5% a 6% previstos para o conjunto da economia.

Mercado interno atrai capital estrangeiro 18/12/2009

Posted by Jacqueline Maia in Notícias.
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Por Sergio Lamucci, de São Paulo  10/12/2009

Valor Econômico

Os setores da indústria que se beneficiam direta ou indiretamente da expansão do mercado doméstico foram os que mais atraíram o investimento estrangeiro direto em 2009, enquanto o financiamento interno do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) se concentrou mais na infraestrutura, quando descontados os R$ 25 bilhões destinados à Petrobras.

Segundo analistas, o tamanho e a perspectiva de crescimento do mercado interno são grandes atrativos para o capital externo, num momento em que se consolida a percepção de que o Brasil deverá crescer a taxas mais elevadas que a média do resto do mundo. O BNDES, por sua vez, é a grande fonte de financiamento para projetos de longa maturação no país, característica dos investimentos em infraestrutura, que tem prioridade no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Depois do recorde atingido no ano passado, e do impacto da crise global, o volume de investimento externo para atividades produtivas recuou neste ano, mas a fatia abocanhada pela indústria cresceu significativamente. De janeiro a outubro, o setor ficou com 47,2% dos US$ 22,449 bilhões destinados para operações de participação no capital, acima dos 31,5% dos US$ 32,245 bilhões registrados no mesmo período de 2008.

A tendência também se observa nos empréstimos intercompanhias, realizados entre a matriz no exterior e a filial no Brasil, com valor acima de US$ 1 milhão. Nessas operações, a indústria abocanhou 58,2% dos US$ 15,625 bilhões desembolsados para esse fim, mais que os 46,1% dos US$ 19,757 bilhões de igual período de 2008. Os ingressos totais para a indústria atingiram US$ 19,7 bilhões de janeiro a outubro, valor muito próximo aos US$ 19,9 bilhões do mesmo intervalo de 2008.

Os investimentos elevados no setor de veículos evidenciam o interesse do investidor estrangeiro nos segmentos ligados ao mercado interno, diz o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale. De janeiro a outubro, o setor recebeu US$ 2,083 bilhões para operações de participação no capital, mais que o dobro dos US$ 904 milhões do mesmo período de 2008.

O presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização (Sobeet), Luís Afonso Lima, diz que o Brasil vai se consolidando como o quinto maior mercado do mundo para o setor automotivo, num cenário marcado pelas perspectivas favoráveis nos próximos anos para a massa salarial e para a oferta de crédito.

“A dimensão e o potencial de crescimento do mercado interno são os grandes ímãs para o investimento estrangeiro direto vir para o Brasil”, diz Lima. Para ele, os números mostram que há grande interesse das empresas multinacionais em investir na indústria brasileira, ainda que o setor responda por apenas cerca de 30% do Produto Interno Bruto (PIB).

O setor de serviços, com mais de 60% do PIB, recebeu 39,9% dos investimentos diretos para participação no capital de janeiro a outubro, segundo números do Banco Central (BC). As inversões externas em infraestrutura, como em energia elétrica, estão incluídas nesse segmento.

O setor de veículos aparece com destaque também nas estatísticas de desembolso de recursos do BNDES, recebendo R$ 5,677 bilhões de janeiro a outubro deste ano, mais que os R$ 3,695 bilhões do mesmo período de 2008. Para o chefe do departamento de pesquisa econômica do BNDES, Fernando Puga, o segmento deverá ser um dos carros-chefe da indústria nos próximos anos, evidenciando o panorama positivo para o mercado interno.

Puga lembra ainda que as perspectivas favoráveis para o setor automotivo contribuem para dinamizar outros segmentos da economia que atuam como seus fornecedores, como o de metalurgia (onde está a siderurgia) e o de produtos químicos. O segmento metalúrgico ficou com R$ 3,817 bilhões dos empréstimos do BNDES desembolsados de janeiro a outubro, mais que os R$ 2,637 bilhões do mesmo período de 2008.

Dos ingressos de investimentos estrangeiros diretos para participação no capital, a indústria metalúrgica ficou com US$ 3,450 bilhões, menos que os US$ 4,712 bilhões de igual intervalo do ano passado, mas ainda assim a maior fatia do total recebido pela indústria entre janeiro e outubro de 2009.

Para Vale, os investimentos em metalurgia também estão relacionados ao bom momento da construção civil e à exploração do petróleo na camada pré-sal. “A construção civil deverá ser nos próximos dez anos o que a indústria automobilística foi nos últimos dez anos “, diz Vale. Puga também vê a expectativa benigna para a construção como um dos motores para o investimento na metalurgia.

O setor de produtos químicos é outro que conseguiu uma parcela expressiva de investimentos estrangeiros diretos entre os meses de janeiro e outubro. Ficou com a terceira maior fatia dos recursos para participação no capital (US$ 1,099 bilhão) e a segunda maior dos empréstimos intercompanhias (US$ 1,804 bilhão). Apesar de o país ser um tradicional e grande importador de produtos químicos, Vale e Lima veem espaço para o aumento da fabricação local desses bens, insumos importantes para vários setores da economia.

Outro destaque da indústria é o setor de produtos alimentícios, impulsionado pela expectativa de aumento da renda e do emprego ao longo dos próximos anos, como ressalta Vale. “A tendência é que haja um aumento do consumo de alimentos industrializados, num quadro de melhora da massa salarial.”

De janeiro a outubro, o setor de alimentos recebeu US$ 2,4 bilhões em empréstimos intercompanhias, a maior fatia desse tipo de operação, 82,5% mais que o US$ 1,315 bilhão registrado no mesmo período de 2008. As empresas do segmento alimentício obtiveram ainda R$ 4,315 bilhões de empréstimos do BNDES, o quarto maior volume de desembolsos do banco estatal para a indústria nesse intervalo.

Dos R$ 106,496 bilhões de financiamentos concedidos pelo BNDES de janeiro a outubro, o setor de coque, petróleo e combustíveis ficou com a maior parcela – R$ 22,518 bilhões. Grande parte desses dinheiro foi para a Petrobras, que obteve um empréstimo de R$ 25 bilhões do banco neste ano. Segundo Puga, o banco tem um perfil de financiar “o investimento de prazos mais longos de maturação”, como é o caso dos projetos da Petrobras e de vários segmentos de infraestrutura. Não por acaso, o setor de infraestrutura ficou com 33,8% dos desembolsos do BNDES realizados de janeiro a outubro, mais do que a fatia obtida pela indústria, de 28,2%, quando se exclui o setor de coque, petróleo e combustíveis.

Notícia de capa: Mercado interno promove fusões e atrai investimentos

IBGE: indústria tem melhor resultado regional em um ano 04/12/2009

Posted by Jacqueline Maia in Notícias.
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Por Jacqueline Farid  em  04/12/09

Estadão

RIO – A indústria mostrou, em outubro deste ano, o melhor resultado regional apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desde outubro do ano passado, segundo destacou a gerente de análise da coordenação de indústria do IBGE, Isabella Nunes. Ela explicou que quatro das 14 regiões pesquisadas registraram aumento na produção em outubro na comparação com igual mês de 2008, o maior número de locais em expansão em 12 meses.

As regiões que registraram aumento na produção em outubro, ante outubro de 2008, são o Espírito Santo (2,4%), Pernambuco (1,0%), Bahia (0,3%) e Paraná (0,6%). Nessa comparação, a indústria nacional mostrou queda de 3,2%, conforme divulgou o IBGE no início desta semana. Para Isabella, os dados regionais da indústria confirmam um espalhamento maior da recuperação do setor. Em setembro, ante igual mês do ano passado, apenas um local (Goiás) havia registrado crescimento.

“Os dados regionais confirmam a recuperação no ritmo de atividade industrial e o espalhamento maior dessa reação em outubro”, disse Isabella. Segundo ela, houve uma “expansão generalizada” nos resultados ante o mês anterior, já que 10 dos 14 locais mostraram crescimento na produção em outubro ante setembro. As maiores contribuições para o crescimento na produção nacional (2,2%) no período foram dados pelos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio de Janeiro, que respondem, juntos, por 70% da estrutura industrial do País.

Isabella observou que São Paulo, cuja produção aumentou 2,1% em outubro ante setembro – a quarta expansão consecutiva ante mês anterior -, com resultado muito próximo à média nacional, abriga na indústria local todos os segmentos que vêm impulsionando a reação do setor industrial no País, como automóveis, máquinas e equipamentos e produção de açúcar, entre outros.

Brasil é um dos mercados mais atrativos 04/12/2009

Posted by Jacqueline Maia in Notícias.
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Agência EFE

Espanha – O Brasil é o mercado da América Latina mais atrativo às empresas espanholas para receber investimentos no próximo ano, segundo relatório apresentado hoje em Madri. Realizado por IE Business School e a empresa de consultoria Kreab & Gavin Anderson, o estudo “2010: Panorama de investimento espanhol na América Latina” foi apresentado nesta quinta-feira em entrevista coletiva e reúne as opiniões de 21 das 35 companhias da Espanha que compõe o índice Ibex-35 da Bolsa de Madri.
Juan Carlos Martínez Lazaro, professor de IE Business School, disse que os empresários veem como superada a crise na América Latina e se sentem atraídos pelo desenvolvimento dos mercados internos do Brasil, seguido por México, Chile e Peru. “A redução da pobreza, o aumento do emprego, do consumo e a menor instabilidade social, de alguma maneira fazem com que as empresas espanholas do setor serviços vejam com maior vantagem o mercado que se está desenvolvendo”, indicou.
Na ponta de baixo dos interesses espanhóis estão o Equador, Bolívia, Venezuela e Argentina, como mercados menos atrativos. De acordo com Lazaro, essas nações acumulam “desequilíbrios”, como inflação, tensões na taxa de câmbio, políticas que interferem em investimentos estrangeiros e ainda negam a dívida externa e a ajuda de organismos financeiros internacionais.
“São países com grandes déficits econômicos e desequilíbrios, que embora pudessem se manter mais ou menos ocultos ou controlados em épocas de bonança econômica, em períodos de crise as diferenças ficam aguçadas”, afirmou. Os preços elevados das matérias-primas, especialmente o petróleo, voltaram a esconder estes fatores que “estão ali, se não forem corrigidos em algum momento acabarão explodindo, é uma questão de tempo”.
Com a exceção do Chile, todos os países latino-americanos não são competitivos no que diz respeito à mão-de-obra, de acordo aos resultados. Santiago do Chile e São Paulo são as cidades com maior preferência para centralizar as operações, embora cada vez mais estejam optando por sedes regionais.
Martínez Lázaro acrescentou que é necessária uma segunda onda de investimentos espanhois na América Latina para que as pequenas e médias empresas aumentem suas exportações e aproveitem à presença de grandes companhias na região.

Título Original:  Brasil é um dos mercados mais atrativos ás empresas  Espanholas

Lidando com o assunto de Finanças pessoais… 01/12/2009

Posted by Pedro Carvalho in Editorial.
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Prezado Leitor :

O dia tão esperado do mês chega mas, em vez de sentir alívio, algumas pessoas acabam tomando um susto: em mais um mês as finanças ficam no vermelho e falta dinheiro. Mal entrou na conta e o salário já foi todo usado para pagar despesas fixas e quitar antigos débitos, deixando muito pouco, ou nada, para todo o resto do mês. Isso fica ainda mais evidente no mês dezembro, onde gastos com as festas de fim de ano e presentes comprometem boa parte do orçamento. Se aparecer um gasto inadiável, então, é o que basta para surgir o desespero. De onde tirar o dinheiro? Recorrer aos empréstimos (e taxas nada amigáveis) dos bancos e financeiras, constranger amigos e parentes, vender algum bem? Um antigo ditado diz: “quando a miséria entra pela porta, o amor sai pela janela”, muitas vezes usado por pais advertindo seus filhos para não se precipitarem em casamentos sem um mínimo de estabilidade financeira. Talvez a imagem seja muito forte, dramática, mas é certo que quando o orçamento doméstico vai mal, tudo mais na vida fica em suspenso. Os relacionamentos se deterioram, o excesso de preocupações atrai novos problemas, o rendimento profissional cai e até a saúde acaba sendo negativamente afetada. Portanto, saber administrar as finanças pessoais é fundamental para se viver bem. Um pequeno “mantra” pode ajudar: somar ganhos, sempre; diminuir despesas extras, constantemente; subtrair supérfluos é prudente; multiplicar a tranqüilidade, constantemente. O importante é entender que saber gastar é tão importante quanto saber ganhar.

Ocasionalmente eu me dou de cara com informações online que são realmene impressionantes na qualidade e na utilidade de seu conteúdo. Além de livros muito úteis, estes sites da we servem como referências iniciais de fontes que uso para meu trabalho de coach.  Abaixo segue uuma lista de recursos on-line de educação financeira que eu tenho admirado. Espero que você também ache útil.

CNNMoney’s Money 101

Se você está aprendendo como lidar com dinheiro, como crédito funciona realmente e coisas assim, este tutorial é um bom começo. Esta fonte lista 23 lições, cada uma pode ser lida em 15 minutos. Um bom lugar para ler com atenção.

Yahoo! Finance’s index of experts

Quando estou estou procurando uma boa idéia, eu ocasionalmente dou uma olhada em idéias sob uma outra perspectiva. Procuro arquivos que geralmente me proporcionam uma montanha de artigos interessantes, independemente de quanto específico seu interesse possa ser. Sempre posso achar perspectivas bem escritas, diferentes em qualquer tópico que seja.

PFBlogs.org

É um agregador, com uma enormidade de blogs de finanças pessoais. Embora você talvez não possa ler todas as postagens ali, é sempre uma boa maneira de ter uma idéia do que os ‘blogueiros’ estão escrevendo a qualquer momento. Há uma página chamada “recently popular” lá, que é um bom local para encontrar opiniões interessantes em tópicos de finanças.

Até a próxima edição!

Pedro Carvalho – Sócio Authent®

Uma Completa Suíte de Serviços 01/12/2009

Posted by Pedro Carvalho in Serviços.
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A nossa equipe preparou, para os Ex-Alunos da FGV uma variedade de serviços para auxiliar profissionais de carreira.

Abaixo (anexo) estão os serviços que preparmos em formato de Power Point.

Centro de Carreira Alumni FGV – Executive Coach