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O Mercado de TI 29/01/2010

Posted by Jacqueline Maia in Notícias.
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Por André Borges e Cibelle Bouças, de São Paulo em 20/01/2010

Valor Economico – Título Original: “Grandes Empresas investem em Tecnologia”

Consulta feita dez grandes grupos mostra que os planos são de, pelo menos, voltar aos níveis de investimento de 2008

Depois de um ano marcado por paralisação de projetos e redução de gastos em tecnologia da informação (TI), as grandes empresas do país preparam uma forte retomada dos investimentos nos próximos meses. Uma consulta feita pelo Valor com dez dos maiores grupos do país mostra que os planos são de, pelo menos, voltar aos níveis de investimento de 2008. A relação de empresas é composta por Petrobras, Votorantim, Ambev, Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Braskem, Comgás, Klabin e Correios.

Somando os recursos de seis dessas empresas – já que quatro não detalharam seus orçamentos – chega-se a uma conta de R$ 9 bilhões, o equivalente a 18% de tudo o que o setor de TI prevê movimentar em 2010 no país, incluindo equipamentos, software e serviços.

Nos últimos anos, até 2008, a taxa de crescimento da indústria de TI deu sucessivos saltos de dois dígitos no país. A crise econômica, porém, interrompeu esse ciclo. Em 2009, os negócios ficaram praticamente estagnados. A projeção para 2010 é de um aumento entre 10% e 15%.

Os bancos, que sempre estiveram entre os principais impulsionadores do setor de TI, devem continuar à frente nessa fase de retomada. No Bradesco, o orçamento chegará a R$ 3 bilhões. O Itaú Unibanco prevê uma soma de R$ 3,3 bilhões e o Banco do Brasil reservou R$ 1,4 bilhão para a área.

Companhias de outros segmentos também projetam investimentos maciços em TI para apoiar o crescimento de seus negócios. Os Correios planejam aplicar R$ 120 milhões na área – um aumento de 12% em relação aos R$ 107 milhões de 2009 -, com foco na renovação de seu centro de dados e na substituição do parque de computadores.

A virtualização promete ser um dos temas mais importantes do ano. Trata-se da criação de computadores virtuais dentro de máquinas reais. Só a Petrobras prevê que em 2011 cerca de 55% de seus computadores centrais serão virtuais.

Apesar das expectativas positivas, os fornecedores de tecnologia terão de suar a camisa para fechar novos contratos. A percepção é que as grandes empresas não só se adaptaram a gastos menores como também passaram a cobrar resultados mais rápidos. “Gato escaldado tem medo de água fria”, brinca Laércio Albino Cezar, vice-presidente do Bradesco.

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