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Mercado para Executivos de TI 27/03/2010

Posted by Pedro Carvalho in Notícias.
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O Brasil é conhecido por gerar executivos de destaque e que se tornam referências no mundo. Isso se deve aos muitos anos de instabilidade econômica pelos quais o País passou, que tornaram a gestão de empresas algo muito complexo e desafiante. Os executivos nesses ambientes foram obrigados a se desenvolver muito rapidamente, tendo que ser flexíveis, pensar rápido, tomar decisões com pouquíssimas informações e lidar com o imponderável todos os dias. Como diz o ditado, “mares calmos não fazem bom marinheiros”.

Na área de TI, vivemos muitos anos com o mercado fechado, o que também exigiu dos gestores muita criatividade para atender as áreas de negócio, não contando com as tecnologias de ponta existentes em outros países. Muitos gestores de TI do Brasil também são reconhecidos internacionalmente. Não é raro encontrar CIOs brasileiros sendo responsáveis pela operação de vários países.
O que a IDC observa é que realmente os executivos de TI brasileiros têm virtudes que os destacam no mundo, como a flexibilidade, cordialidade, conhecimento técnico e criatividade. Porém, há muitos pontos ainda que necessitam ser trabalhados. Em uma pesquisa informal que a IDC realizou com fornecedores de TI no Brasil, foi perguntado qual o percentual de CIOs brasileiros que hoje pensam estrategicamente e têm um papel muito relevante no processo de inovação e geração de diferencial competitivo das empresas. As respostas foram consensuais e convergiram para algo como 25%. Ou seja, aos olhos de muitos fornecedores, apenas um quarto dos seus clientes tem CIOs realmente estratégicos. Afinal de contas, quão bons são os CIOs no Brasil?

A premiação IT Leaders é uma ótima oportunidade para trazer luz a esse tema. Centenas de gestores de TI participaram de uma pesquisa que avaliou características tais como gestão de pessoas, pensamento estratégico, o papel de TI na inovação da empresa, gestão de TI propriamente dita, experiências etc.

O que se pode observar é que o Brasil conta com muitos CIOs de destaque e que não ficam a dever nada aos melhores gestores do mundo. Porém, de maneira geral, ainda há muito espaço para melhorias na gestão de TI no País. Na média, os respondentes atingiram somente 30% das notas máximas em cada uma das áreas pesquisadas. Apesar de não termos uma base de comparação com outros países, uma vez que não foi realiza uma pesquisa com a mesma metodologia fora do Brasil, este índice, em uma primeira análise, parece baixo.  Obviamente, atingir as notas máximas requereria a perfeição, que dificilmente um humano seria capaz de realizar. Mas certamente há áreas onde os gestores terão que colocar mais atenção.

Uma delas é a área de inovação. Ainda verificamos que TI em muitas empresas participa reativamente do processo de inovação. Outras áreas que necessitam de melhorias são comunicação de TI , a medição de qualidade e governança de uma maneira geral. A maioria das empresas pesquisadas ainda tem uma maturidade relativamente baixa nessas áreas. Isso não representa necessariamente uma má notícia, pois pudemos observar uma enorme evolução na postura e capacitação dos gestores de TI nos últimos 10 anos no Brasil.

Apesar da média não ter sido muito alta, há várias empresas que tiveram destaques positivos, e que possuem CIOs que estão fazendo a diferença. Infelizmente não dá para premiar todos os executivos que estão muito acima da média, pois há muitos no Brasil. Houve diversos casos onde a disputa foi apertada, o que talvez tenha gerado espaço para algumas injustiças na premiação. Mas, certamente, os que não foram contemplados estão sendo reconhecidos dentro de suas empresas. Mais cedo ou mais tarde, eles também levarão algum prêmio IT Leaders.

Fonte: Computerworld

Por Mauro Peres, Country manager da IDC Brasil

Título Original: Líderes de TI ainda têm espaço para evoluir

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Empresários reveem estimativa para faturamento do segundo trimestre 26/03/2010

Posted by Jacqueline Maia in Notícias.
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Karin Sato | Valor – 25/03/2010

Os empresários no Brasil demonstram otimismo para o segundo trimestre deste ano. Uma pesquisa da Serasa Experian divulgada hoje revelou que 61% dos executivos vão rever sua estimativa de faturamento para o período. Deste total, 87% vão revê-la para cima, ao passo que outros 13% farão uma revisão para baixo.

O otimismo pode ser observado em todos os setores, uma vez que 89% das empresas de serviços acreditam em um faturamento superior ao previsto. Entre as indústrias, esse percentual é de 88%. Já no comércio, é de 84%.

Os empresários das grandes empresas são os mais otimistas, com 93% revendo para cima a estimativa de ganhos no segundo trimestre. Em seguida, aparecem as companhias de médio porte, com 87%, e as pequenas, com 86%.

Em linha com esses resultados, 56% dos empresários brasileiros afirmam que o quadro de funcionários permanecerá o mesmo no período entre abril e junho, ao passo que 38% preveem aumentar o número de empregados e apenas 6% têm planos de reduzir.

Especificamente no setor industrial, 48% vão manter o quadro atual de funcionários e 46% afirmam que irão contratar.

A pesquisa ainda revelou que, na opinião de 76% dos empresários, o faturamento deste ano vai superar o do ano passado. Para outros 18%, ficará em patamar equivalente, e, na avaliação de 6%, será menor.

As grandes empresas são as mais otimistas também neste caso, com 81% dos empresários prevendo um faturamento este ano superior ao de 2009. Compartilham desta mesma opinião 77% das médias empresas e 76% das pequenas.

No setor industrial, 79% dos empresários esperam faturamento maior este ano, na comparação com o ano passado, ao passo que em serviços esse percentual é de 78% e, no comércio, de 73%.

Na análise regional, as empresas do Norte lideram, em termos de otimismo, com 86% esperando um faturamento melhor este ano. Depois aparecem o Nordeste (81%), o Sudeste (76%), o Sul (75%) e o Centro-Oeste (71%).

Profissões pouco conhecidas são as mais valorizadas do Brasil 26/03/2010

Posted by Jacqueline Maia in Notícias.
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Plantão O Globo em 09/03/10

Um dos segredos para um bom salário é ficar atento às novas áreas de especialização que estão surgindo.

Você sabe quais são as profissões em alta no mercado e em que setor há mais vagas? Há vagas, mas para ganhar bem, existem uns segredinhos.
Um dos segredos é ficar atento às novas áreas de especialização que estão surgindo. Uma pesquisa mostra que a maior oferta de cargos está nos setores da construção civil, comércio e indústria. Mas a pesquisa também traz uma novidade: profissões pouco conhecidas aparecem no topo da lista, com ótimos salários.
Uma empresa com problemas de imagem, crises internas, falta de comunicação – missão a ser resolvida pelo diretor de complaince – executivo capaz de restabelecer a harmonia no ambiente de trabalho. Profissão mais bem valorizada no momento, aponta a pesquisa da Fipe.
“Tem que ser uma pessoa que tenha inteligência emocional, não se deixe abater por questões políticas ou controversas, enfim, que seja neutro, tranquilo”, explica a diretora de compliance Ana Paula Candeloro.
Uma rotina de exames para decifrar os enigmas do cérebro. A segunda profissão mais valorizada é a do médico neurofisiologista. Depois de ficar seis anos no curso de medicina, Rosana Cardoso Alves estudou outros seis para se especializar.
“Às vezes, é uma doença nova ou que não foi bem caracterizada. Isso faz parte do nosso dia a dia em lidar com situações novas. Tem que ser curioso, tem que ser uma pessoa curiosa para procurar respostas”, diz a neurofisiologista clínica Rosana Cardoso Alves.
De acordo com a pesquisa, não é muito grande a diferença da média salarial, entre as duas profissões. Em terceiro lugar, aparece outro cargo de empresa, a de diretor comercial em operações financeiras.
“Acho que são dois componentes, o componente acadêmico, a formação, a pós-graduação, o MBA e o idioma. Sob ponto de vista do perfil pessoal, entender que muitas vezes precisa sacrificar um pouco a sua vida pessoal durante um período da sua carreira, e ter um certo comprometimento com a empresa, ser pró-ativo, entregar mais do que te pedem”, aponta o diretor da consultoria Robert Half, Fernando Mantovani.
Mas de acordo com a pesquisa, as profissões mais procuradas não foram aquelas que têm um grau elevado de especialização. Essas vagas estavam em setores como construção civil, indústria e comércio varejista.
Vendedor de loja, servente de obras, auxiliar de escritório, alimentador de linha de produção foram as funções mais ocupadas. Desde dezembro, Laerte Bruno Silva de Almeida trabalha como vendedor em uma loja de roupas. Com o dinheiro do salário e da comissão que recebe, faz planos para o futuro: “Penso em voltar a estudar, fazer uma faculdade e ir morar no exterior”.
Querer evoluir é essencial. “Se eu quero deixar de ser o vendedor e quero ser o supervisor de vendas eu preciso ver o que o supervisor de vendas tem para que eu possa tentar me desenvolver, buscando recursos, como ter alguém dentro da empresa que seja o meu mentor, que me oriente. Pensar em ter algo a mais, algo que me destaque na equipe”, destaca a consultora de RH/Career Center Adriana Néglia.
De acordo com alguns consultores de recursos humanos, 70% das vagas são ocupadas graças às redes de contato. Ou seja, é fundamental se preparar, fazer cursos. Mas também é essencial ter bons contatos.

Dados da CNI e IBGE mostram reaquecimento da indústria 05/03/2010

Posted by Jacqueline Maia in Notícias.
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Por Azelma Rodrigues | Valor

04/03/2010

Embora diferenciadas, as coletas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) convergem ao mostrar o reaquecimento da indústria em janeiro deste ano. A expectativa dos empresários é de retorno aos indicadores positivos pré-crise antes do fim de 2010.
Hoje, o IBGE apontou que houve alta de 1,1% na produção industrial em janeiro sobre o último mês de 2009. Já a CNI divulgou que o faturamento real mensal da indústria recuou 3,6%, também em dados com ajuste sazonal. A queda, porém, foi sobre um acréscimo recorde de 5,2% nas vendas em dezembro; por isso, minimizada pelos empresários.
“São conceitos diferentes”, disse o economista-chefe da CNI, Flávio Castelo Branco, ao explicar que o IBGE apura a fabricação, a produção industrial física, enquanto o indicador da CNI capta o valor real (deflacionado pelo IPCA) das vendas da indústria. “Pode haver ligeira discrepância, ao se produzir num mês e vender no outro, mas é coisa pequena”, continuou ele.
Castelo Branco aponta ainda que o indicador da CNI para a produção, as horas trabalhadas, mostrou crescimento de 0,6% (dessazonalizado) sobre dezembro, referendando os dados do IBGE.
Outro destaque positivo é o emprego, com alta de 2%, a maior para meses de janeiro desde 2003 e em crescimento por cinco meses consecutivos.
“A situação está num grau de normalidade. A maioria dos setores prossegue a trajetória de recuperação acenada ao fim do ano passado, embora a indústria esteja um ano e meio atrasada, do ponto de vista do crescimento”, diz o economista.
Ele ressaltou que ainda falta para um retorno do desempenho da indústria aos níveis de crescimento pré-crise. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) é um exemplo: registrava 81,4% em janeiro deste ano, 2,3 pontos percentuais abaixo da evolução verificada em setembro de 2008 (83,7%).
O uso da capacidade instalada ficou estável em relação a dezembro, quando o indicador dessazonalizado correspondeu a 81,5%.
“Isso mostra que ainda há ociosidade, que há um preenchimento gradual da capacidade instalada. Portanto, existe espaço para a produção crescer sem pressão inflacionária”, avaliou Marcelo de Ávila, outro economista da CNI.
Ressaltando que o setor exportador “tem um caminho ainda agudo” de recuperação, Castelo Branco disse ter a expectativa de retorno dos indicadores industriais ao ritmo de crescimento pré-crise “bem antes do fim do ano”.

Eu tive um dia terrível 05/03/2010

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Por Marc Cenedella, Founder & CEO

TheLadders.com

Good  morning, my friend,

It all went so wrong, so very, very wrong — right from the start.
You left your notepad with your hand-written questions at home; your CEO pulled you into a last-second meeting that made you a half-hour late to the interview; and you finished it off by saying “I think my background and experience make me uniquely suited to making a big contribution here at Avis,” which was a good point, except you were interviewing at Enterprise.
Whew.
You had a bad day in the job hunt. A really bad one. You feel embarrassed, and you’re starting to wonder if anybody is ever going to be foolish enough to hire you.
It happens to all of us. My job here at TheLadders is the 27th job that I’ve had in my life. So I’ve been through 27 job hunts, and I could spend a couple hours over lunch filling you in on all the stupid mistakes I’ve made.
I know what it’s like to completely and utterly bomb the interview — the humiliation and the self-doubt and the worry that you’re never going to find a new job because maybe, just maybe, you don’t really deserve one.
And I know the anxiety that causes you to question yourself and feel like the whole system is set up to frustrate and defeat you.
And I’d like to tell you that it’s easy to just brush it off and get back up and get going again.
But it’s not.
Because while goof-ups are a natural part of the process anytime we’re trying to do something new — a new golf swing, a new sport, or finding a new job — and we should just take them in stride, that’s one of those things that is easier said than done.
In the job hunt, we feel that too much is at stake, there’s too much on the line, for us to just shake it off.
And that’s the problem.
You know, here at TheLadders, we spend a lot of time and effort studying the best ways to help you get into your next job as quickly and painlessly as possible. As a matter of fact, we’re now funding research from the top academics in the field who study the job hunt on what makes somebody successful.
And one of the first things we’ve discovered is this sad fact:
The day after a “bad” day, the average job-seeker only does half as much for their job hunt as they normally do. They only send out half as many resumes, make half as many calls, and do half as much research as they normally do.
It’s understandable. You’re embarrassed, you’re feeling foolish, you’re having doubts about your abilities. All because of that bad day.
Shakespeare, as usual, may have said it best:

Our doubts are traitors, and make us lose the good we oft might win, by fearing to attempt.

Our doubts are traitors, indeed. They sit there on your shoulder, bend your ear, and whisper negative thoughts into your head. Which is a shame, because that same research shows there is a direct correlation between activity in the job hunt and finding your next job. So in a way, the little buggers whispering negative things in your ear are directly undermining your chances of success.
Of course, when you sit back to think about it, this reduction in activity the day after a bad day is absolutely 180 degrees different from the advice you’d give to somebody you care about, when they are facing a similar situation.
The day after your daughter falls off her bike while she’s learning to ride without training wheels, you don’t tell her to try only half as hard today.
And when your college buddy, who needs to drop more than a few pounds, blows his diet at Outback Steakhouse with the Bloomin’ Onion, the 22-ounce Melbourne Steak and that dang delicious Chocolate Thunder from Down Under, you don’t tell him it’s OK to only try half as hard to stick to the diet today.
No, you tell the people you care about that the past is the past, and today is a new day, and they should do something new with it.
So here’s the good news. While the average job-seeker only puts half as much effort into their job hunt the day after a bad day, it’s important for you the remember:
You’re not the average job-seeker.
As somebody earning at the $100k+ level, you’re in the top 10% of the American workforce and the top 1% globally. You got here because you’re effective at dealing with business problems, and you’ve shown the leadership and management ability to overcome tough situations.
It’s often said that finding a job is a job in itself. If that’s the case, why shouldn’t you treat a bad day on the job hunt the way you’d treat a bad day at the office? When the big sale is slipping away, or the budget is late, or the database crashed, or the agency hasn’t turned around the work on time, you don’t sit back. You leap into action.
And that sense of competence in overcoming the day-to-day problems of your job is the same sense of capability and effectiveness I’d like to ask you to bring to your job hunt.
The day after a bad day, especially the day after you’ve really, totally, completely blown it, treat it just like you would any challenge you face in business. Don’t cut your effort in half … Double it.
You’re in the top 10% for a reason, and that reason is that when all of the people in the country were put on a scale, you were found to be one of the best. The best at your job, the best at your business, and the best at making yourself a success.
And what I can tell you from experience — my experience over the past seven years here at TheLadders — is that you will find your next great role in life. Sometimes the road is long, and winding, and twisted, and the destination feels like it is forever just out of sight, but from watching literally millions of your fellow subscribers here at TheLadders land their next job, I can tell you that you, too, will find yours.
So this Monday morning, I want you to banish those traitorous doubts, and show them who’s really boss, by doubling your efforts.
I’ll be rooting for you.

Pesquisa de mercado: Como usar dados disponíveis para competir melhor 05/03/2010

Posted by Jacqueline Maia in Notícias.
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Quando o assunto é pesquisa de mercado, pequenas e médias empresas imediatamente pensam em lidar com dados quase inacessíveis e consultorias que não cabem no bolso. Mas seria possível usar as informações do dia-a-dia dos negócios para ajudar empreendedores a competir com mais qualidade?

No próximo workshop Endeavor o Antônio Napole, Senior Vice-President da Kaiser Associates, aplicará na prática técnicas que os empreendedores podem utilizar para definir melhor seus desafios e mapear os dados necessários para respondê-los.
Participe e traga suas dúvidas! O evento é gratuito e as vagas são limitadas.

Palestrante

Antônio Napole D’Andréa Neto.

Formado em Administração de Empresas pela EAESP/FGV e comunicação pela FAAP, atualmente faz um MBA Internacional na EAESP/FGV em conjunto com a Erasmus University (RSM); The Chinese University of Hong Kong (CUHK); Tecnológico de Monterrey (EGADE) e UNC Kenan-Flagler.Senior Vice President – Managing Director da Kaiser Associates. Está há 12 anos conduzindo projetos de estratégia e de alinhamento de objetivos. Especialista da Kaiser nas metodologias de Goal Setting e de Scenarios Planning. Conduziu desde pequenos grupos de executivos até grandes grupos de gerentes e especialistas.

Data: 10/03/2010 • Horário: 9h – 10h30 (Welcome Coffee 8h30) • Local:

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Este evento é gratuito. Faça sua inscrição clicando aqui.