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Pedidos de fusão crescem 50% no semestre 31/07/2010

Posted by Pedro Carvalho in Notícias.
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Brasil Econômico
23/07/10 19:38

Dados da Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça apontam para o aumento no número de pedidos de fusão no primeiro semestre. No total foram 332 solicitações.

“Isso significa um crescimento de 50%, comparando com as 207 notificações registradas no primeiro semestre do ano passado. O que mostra uma clara recuperação da economia”, avalia a diretora do Departamento de Proteção e Defesa Econômica (DPDE), Ana Paula Martinez.

Ainda segundo ela, o número total de operações apresentadas ao longo de 2009 foi de 476, cifra bastante inferior a 2008, que registrou pelo menos 604 fusões.

A queda se deu por causa da crise econômica que atingiu os mercados financeiros ao redor do globo.

Segundo Ana Paula, os dados registrados no primeiro semestre comprovam o reaquecimento da economia e colocam o país mais próximo de um recorde no número de operações de fusões e aquisições registradas ao longo de um ano.

Pela lei, todas as operações em que um dos grupos econômicos envolvidos tenha faturamento anual de R$ 400 milhões no Brasil ou detenham participação de pelo menos 20% do mercado afetado pela operação devem ser apresentadas às autoridades.

Contratação de pessoas acima de 50 anos aumenta 80% 29/07/2010

Posted by Jacqueline Maia in Notícias.
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Carolina Alves – Brasil Econômico
19/07/10 15:57

O crescimento econômico do país nos últimos anos vem trazendo mudanças significativas para o mercado de trabalho, uma tendência que transcende o aumento da renda e da taxa de ocupação.

Para atingir níveis de eficiência mais elevados, o mercado tem demandado mais qualificação profissional, resultando em um fenômeno de envelhecimento da mão de obra.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que as pessoas com mais de 50 anos representam hoje 4,7 milhões da população ocupada, uma alta de 80% nos últimos oito anos. Em contrapartida, nesse mesmo período, o número total de brasileiros empregados cresceu apenas 22%, totalizando 93 milhões de pessoas.

“As pessoas que possuem hoje mais de 50 anos enfrentam um cenário bem mais favorável que o da década de 80 e 2000, período em que passaram por sérias crises de desemprego”, explica o economista Anselmo Luis dos Santos, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

“Muitas dessas pessoas, que ficaram desempregadas na época se inseriram na informalidade e abriram negócios próprios. Com mais experiência, elas voltaram para o mercado formal e conseguem emprego com mais facilidade que os jovens de 20 a 30 anos de hoje”, complementa.

A revolução tecnológica, que informatizou o ambiente de trabalho em praticamente todos os setores da economia, poderia ter privilegiado a mão de obra mais jovem, que é geralmente familiarizada com o uso dos computadores.

Entretanto, “a qualidade de ensino do país só tem piorado e, consequentemente, o nível de profissionalização vem reduzindo. Isso acabou dificultando o acesso ao emprego para os mais jovens, favorecendo os profissionais mais experientes”, ressalta Arnaldo Mazzei Nogueira, professor de economia da Universidade de São Paulo (USP) e da Pontifícia Universidade Católica (PUC).

Para não perder o profissional bem qualificado, muitas empresas brasileiras acabam recontratando seus funcionários já aposentados.

“Há casos em que a empresa possui cláusulas de desligamento automático quando a pessoa atinge a idade para a aposentadoria, mas firmam um contrato de prestação de serviços, como consultoria, para segurar o trabalhador na companhia”, diz Nogueira.

A alternativa pode ficar até mais barata para a contratante. “A corporação mantém o salário, mas gasta menos com encargos”, esclarece.
Maturidade

Outro fenômeno que tem influenciado o envelhecimento da força de trabalho brasileira é o grau de dependência dos jovens em relação aos pais.

“Com a dificuldade que os jovens sentiram em encontrar emprego, principalmente nos anos de desemprego recorde, em 2002 e 2003, muitos acabaram estendendo o tempo de permanência com os pais. Estes, por sua vez, tiveram de permanecer no mercado para sustentar a família”, destaca Santos.

Motivo semelhante levou a aposentada Lucile Fanti Correa, 55, ex-secretária executiva de uma multinacional, a buscar um complemento de renda mensal.

Ela trabalha duas vezes por semana como professora de patinação artística e presta serviços para uma confecção de roupas femininas, em São Paulo. Tudo para sustentar a filha, de dez anos.

“Minha aposentadoria é quase metade do meu último salário, insuficiente para pagar as despesas com escola, alimentação e saúde da minha filha”, diz.

Emprego na indústria continua crescendo 08/07/2010

Posted by Jacqueline Maia in Notícias.
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Brasil Econômico – Por Vanessa Stelzer/Reuters
08/07/10

O emprego na indústria brasileira aumentou pela quinta vez seguida em maio na comparação mensal e teve avanço recorde na comparação anual.

A alta foi de 0,3% em maio sobre abril e de 4,2% contra igual período de 2009, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (8).

“Com isso, o índice de média móvel trimestral avançou 0,5% entre os trimestres encerrados em abril e maio e manteve a trajetória ascendente iniciada em julho de 2009”, afirmou o IBGE em nota.

Na comparação anual, 15 dos 18 setores industriais contrataram mais, com destaque para Produtos de metal (8,9%), Alimentos e bebidas (2,5%), Máquinas e equipamentos (6,4%) e Calçados e couro (8,2%).

Todas as 14 regiões do país pesquisadas tiveram aumento do emprego, sendo São Paulo a principal influência positiva, com avanço de 3,3%.

O IBGE acrescentou que o número de horas pagas aumentou 0,3% em maio sobre abril, com ajuste sazonal, e 5,5% ano a ano, a maior variação da série histórica.

A folha de pagamento real dos trabalhadores caiu 0,8% mês a mês e subiu 3,7% ano a ano.

Entre janeiro e maio, o emprego no setor acumulou alta de 1,9 por cento.

Titudo original: Emprego na indústria sobe em maio, taxa anual é recorde