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A Teoria das Conexões Fracas 31/08/2012

Posted by Pedro Carvalho in Editorial.
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Para muitos, sair em busca de um novo emprego significa atualizar o Currículo, adquirir listas de e-mails, e começar uma campanha atrás de vagas. Mas é uma cilada – a cilada da atividade. Ficar ocupado faz você sentir que está cumprindo algo. Mas você só está fazendo a roda girar em vão.  Se você já compreende que o Job Search é algo além disto, então você achará isto interessante: Não raramente converso com profissionais que relatam terem poucos “bons” contatos que confiam sua procura por novas oportunidades. Embora eu sempre reforce o dito popular que “Quem você mais espera menos ajuda, e Quem você menos espera mais ajuda”, geralmente recebo um aceno breve da pessoa com quem converso, mas é como se eu estivesse falando uma linguagem “Zen”… e as pessoas decidem não me contrariar. Na verdade se você é como a maioria dos executivos no Brasil, que infelizmente são workaholic’s, então contar com um Networking pequeno não é um privilégio seu. Mas a situação ruim não se altera: raros são os executivos que entram em novos empregos em outros métodos que não sejam networking. Então como fazer se você conta com apenas poucos bons amigos?  Felizmente a frase “Zen” que cito acima têm um estudo sério chamado “The Strength Of Weak Ties: A Network Theory” por Daniel Levin. Conexões Fortes têm seu valor, porém este estudo mostra que Conexões Fracas nos dão acessos a informações e recursos além daqueles disponíveis no nosso círculo social. Embora Conexões Fortes tenham uma forte motivação para nos ajudar e estão tipicamente mais disponível, as Conexões Fracas são mais abundantes. Estas últimas, segundo estudo, tipicamente passam informações de conhecimentos mais úteis, ou informações não-redundantes. O estudo sugere que indivíduos que mais se beneficiam das Conexões Fracas são os que colocam “confiança” com as pessoas que conversam. Ademais têm a vantagem de não serem caras, pois são menos custosas para se manter. E, como resultado, o estudo coincide com minha experiência em que mostra que os praticantes desta arte, no final das contas, demonstram gostar da maneira prática, frutífera e relativamente gratuita de melhorar o fluxo de conhecimentos úteis para sua procura ao novo emprego.


Eis o estudo completo: aqui.

Pedro Carvalho – Sócio in-sight®

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