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A interatividade na TV Digital 31/05/2011

Posted by anacaroline2 in Notícias.
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Já passados quase 04 anos da adoção do modelo Japonês para o nosso padrão de TV Digital, como está a TV interativa? – Ferramentas e soluções que nos permitiriam acessar a TV como um computador conectado à Internet.

O sistema nipo-brasileiro estreou em dezembro de 2007, mas a norma do software de interatividade Ginga só foi definida no ano passado.

Segundo a Totvs, empresa que desenvolveu o Ginga, esta plataforma é a única tecnologia genuinamente brasileira do chamado padrão nipo-brasileiro. Houveram outras mudanças em relação à tecnologia japonesa como a atualização do sistema de compressão de vídeo, mas a troca foi entre padrões internacionais. O Ginga, por outro lado, foi realmente criado aqui, na Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro e na Universidade Federal da Paraíba.

Atualmente existem poucos aplicativos que rodam na plataforma Ginga. Poucas empresas, fabricantes de televisores, embarcam o produto em suas TVs.

Uma das propostas discutidas pelas empresas participantes e governo é de tornar obrigatório que fabricantes de televisores e equipamentos eletro-eletrônicos integrem o serviço em seus produtos.

Contextualização

A Interatividade é considerada a característica de maior impacto no setor, por trazer para o mundo da televisão um novo universo de aplicações e possibilidades similares as da Internet. O SBTVD (sistema brasileiro de TV digital) estabelece uma interatividade baseada na presença de um Canal de Retorno, porém determinadas aplicações interativas não necessitam deste canal e são consideradas de Interatividade Local. O quadro abaixo apresenta um mapeamento de diversas aplicações interativas (com ou sem canal de retorno) possíveis de implementação na plataforma do SBTVD.

Oportunidades:

A gama de aplicações interativas possíveis de implementação na plataforma do SBTVD trazem uma série de novas oportunidades de negócios para Provedores de Serviços de Valor Adicionado – Serviços Eletrônicos pela TV; Datacenters; Agregadoras; Provedores de Portais – e Provedores de Serviços de Telecom, administrados pela Operadora da Rede.

Os modelos de negócio atualmente associados a esses serviços são bastante flexíveis, envolvendo algumas possibilidades, tais como:

. Publicidade: O serviço interativo é suportado pela publicidade veiculada na tela.

Exemplos: Portais; Classificados e Publicidade Dirigida;

. Assinatura pay-per-use: O usuário paga uma taxa periódica, ou por evento, para ter acesso ao serviço.

Exemplos: Aplicações de Conteúdo (Jogos); Aplicações pessoa-a-pessoa (Chats e E-mails) e Provedores de Serviços de Valor Adicionado (T-Banking);

. Infra-Estrutura: A utilização do serviço interativo é medida pelo Operador da Rede.

Exemplo: Cobrança via medição de tráfego de dados;

. Comissões: O Provedor de Serviços Interativos recebe comissões sobre produtos e serviços comercializados.

Aplicações:

Aplicações educacionais

O Serviço de Apoio ao Professor em Sala de Aula (SAPSA), desenvolvido pela CPqD, trata-se de uma ferramenta de apoio ao professor que foi concebida para oferecer à comunidade escolar recursos para exibição, em tempo real, de vídeos e outros conteúdos audiovisuais como material de apoio e complemento às atividades em sala de aula.

Aplicações de vendas a varejo (T-commerce)

Ainda não se observam iniciativas relevantes nesse sentido.

Aplicações governamentais (T-gov)

O STID – Soluções de Telecomunicações para Inclusão Digital – tem como objetivo o planejamento e desenvolvimento das soluções mais adequadas para os programas governamentais de inclusão digital, tendo como público-alvo os cidadãos analfabetos – plenos ou funcionais – e com deficiências auditivas e visuais. Estão sendo desenvolvidos dois serviços: um para auxiliar os trabalhadores rurais e urbanos na obtenção das informações necessárias à solicitação de suas aposentadorias, e outro para viabilizar o agendamento remoto de consultas e tratamentos médicos, além do acesso eletrônico a informações básicas de saúde. Ambos serão testados em campo, por meio de tele-centros e terminais em postos de saúde.

Quando olhamos para a necessidade de inclusão digital das camadas da população menos favorecidas, o serviço de interatividade na TV digital deveria fazer parte da agenda de curto prazo de governantes e participantes da cadeia de valor.

Há oportunidades e desafios para profissionais e empresas relacionadas a este setor. Este artigo é frutro de um detalhado trabalho de pesquisa.  Caso queira saber mais, visite o site do autor ou envie um e-mail para elcio_morelli@ecmmkt.com.br.

Biografia do autor:

Elcio Campeiro Morelli, é pós graduado em Marketing, especialista em Produtos financeiros e Gestão de Risco, ex- aluno da FGV do curso GVPEC – Administração em Marketing, sócio Diretor da ECM Assessoria e Marketing, consultoria em serviços de Inteligência de Mercado.

Quem é quem no mundo dos executivos-Brasil 06/05/2011

Posted by Jacqueline Maia in Notícias.
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Por Decision Report


06/05/2011 

Sonda reestrutura equipe comercial 

Cleomara Karvat passa a gerenciar a área de vendas da solução SAP, enquanto Saulo Montesserrat é nomeado como gerente de negócios do portfólio de serviços de TI 

05/05/2011 
HP tem novo diretor da divisão Enterprise Services
O executivo será responsável por estreitar o relacionamento com os clientes da empresa e, também, pelo crescimento das contas, com foco em excelência operacional 

05/05/2011 
UOL DIVEO amplia áreas de marketing e canais
Empresa reforça time com Flavia Leonel responderá pela área de canais da companhia e Cristiane Geribolla assume a gerência de marketing 

04/05/2011 
Vivo anuncia saída de Roberto Lima
O executivo se desliga da Vivo Participações S.A. e sua controlada Vivo S.A. até o próximo dia 30 de junho 

03/05/2011 
Safra Catz, presidente da Oracle, assume o cargo de CFO
A nomeação de Safra surge após a renúncia de Jeff Epstein, o atual CFO da empresa, que respondia diretamente a presidente 

02/05/2011 
Symantec anuncia novo diretor de engenharia para AL
Nicholas Severino passará a liderar a equipe responsável por apresentar soluções de proteção e gerenciamento de informação a clientes em diversos segmentos 

29/04/2011 
SAP contrata Eduardo Strazzeri como VP comercial
Conhecido no mercado como executivo que entrega resultados, ele assume a liderança de grandes contas e mercados estratégicos para a companhia 

27/04/2011 
Harumi Asahida assume diretoria de canais da Polycom
O executivo passa a comandar também a estratégia de desenvolvimento dos negócios para Caribe e América Latina 

19/04/2011 

Ricardo Barone é nomeado VP da Sonda Procwork 
Na liderança da unidade de serviços de TI da organização, executivo assume o lugar de Carlos Henrique Testolini, atual presidente da Sonda IT 

18/04/2011 
Logica contrata gerentes para Business Development
Fernando Cabral e Luiz Furlan são, respectivamente, os novos gerentes de pré-vendas e de portfólio para América do Sul 

18/04/2011 
TIVIT anuncia Valdinei Cornatione como diretor de ITO
Valdinei Cornatione assume novo cargo com a missão de contribuir para o crescimento sustentável da unidade de negócios 

15/04/2011 
Softcorp anuncia novo diretor nacional de vendas
Além de Renato Schirmer, empresa promove Wilton Souza para coordenação da regional fluminense 

14/04/2011 
Oi anuncia saída de Luiz Eduardo Falco
Acionistas controladores da companhia indicarão empresas especializadas em recursos humanos para auxiliar no processo de escolha dos candidatos 

13/04/2011 
D-Link promove dois executivos
Antonio Polido passa a exercer o cargo de Diretor Financeiro América Latina e Nelson Ito assume o cargo de Diretor da Unidade de Service Provider para AL 

12/04/2011 
Carlos Gazaffi é nomeado diretor ITO da TIVIT
Executivo assume novo cargo com o objetivo de contribuir para a expansão da companhia e o crescimento da unidade de negócios de ITO 

11/04/2011 
Dimension Data anuncia nova gerente de marketing
Vanessa D’Angelo e chega à empresa com a missão de tornar a subsidiária brasileira ainda mais competitiva 

08/04/2011 
Fernando Blanco é o novo CEO da Crivo
O executivo foi escolhido para liderar o time da empresa brasileira de software e serviços para decisão de crédito e risco

06/04/2011 
Divisão da EMC anuncia novo gerente para AL
Guilherme Soares liderará as iniciativas de crescimento da Iomega com foco no mercado PME e Home Office 

04/04/2011 
CA tem novo VP de canais para América Latina
Sandro Camargo tem a missão de alcançar novos patamares de vendas e ampliar as alianças estratégicas da companhia 

01/04/2011 
Softtek nomeia diretor comercial
Salomão Tadeu Ascar será responsável pela estratégia de vendas de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Ceará e Rio Grande do Sul 

01/04/2011 
Elly Keinan assume cargo de Rogerio Oliveira na IBM AL
Elly Keinan será responsável por liderar a estratégia da companhia, o crescimento dos negócios e o desenvolvimento de talentos nos 20 países 

Para saber mais acesse: http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?from%5Finfo%5Findex=1&sid=34

Quem é quem no mundo dos executivos-Brasil 25/03/2011

Posted by Jacqueline Maia in Notícias.
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Por Decision Report

25/03/2011
Softtek nomeia diretor comercial
Salomão Tadeu Ascar é o novo responsável pela estratégia de vendas de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Ceará e Rio Grande do Sul

24/03/2011
Sonda IT nomeia executivo para nova área da empresa
André Nadjarian terá objetivo de promover o portfólio de soluções e serviços integrados junto à oferta de plataforma existente


24/03/2011
Cynthia Bianco é a Country Manager da MicroStrategy
Executiva terá foco exclusivo no mercado local ampliando o market share e atendendo as novas demandas


23/03/2011
Softcorp contrata diretor de Produtos e Mkt
Bruno Almeida assume área com objetivo de consolidar estratégia de serviços da companhia


23/03/2011
Ex-Oracle assume VP de Operações da Riverbed
Rob Booth será por criar e implementar estratégias de operações de vendas projetadas para alcançar os objetivos empresariais globais da empresa

22/03/2011
Avaya Brasil expande time de dados
José Ferreira terá sob sua responsabilidade aumentar a venda de dados no Brasil, desenvolver novas alianças e atuar em conjunto com o time de vendas

21/03/2011
Alcatel-Lucent tem novo VP na América Latina
John Carr vai gerenciar Divisão Enterprise da companhia e principal desafio será fortalecer a liderança na região

21/03/2011
Motorola Solutions contrata gerente de vendas
Alexandre Giarola será responsável pelo segmento Oil & Gas. Desafio será oferecer soluções de comunicação para empresas do setor

17/03/2011
Accenture anuncia novo líder da área de BPO
Petronio Nogueira terá como missão alavancar as estratégicas de crescimento da companhia

16/03/2011
SAP reestrutura seu ecossistema e canais
Empresa nomeia Pablo Signorelli como vice-presidente de ecossistema e canais e Daniel Ciechanovwer como responsável pela linha SAP Business ByDesign

15/03/2011
Interadapt anuncia nova gerência de outsourcing
Camila Aoki liderará linha inovadora de negócios especialmente desenvolvida para empresas de pequeno e médio porte

15/03/2011
Carlos Testolini assume a presidência da Sonda IT
Executivo passa a comandar as unidades de negócios Sonda Procwork, Sonda Software e Sonda Telsinc no lugar de Luiz Carlos Felippe, que ficará responsável pela expansão da companhia

11/03/2011
HP tem novo diretor de Enterprise Services no Brasil
Rodrigo Schiavon será responsável pelo desenvolvimento de estratégias e negócios para o setor de outsourcing em TI

10/03/2011
TIVIT contrata novo diretor financeiro
Paulo Freitas chega com o objetivo de apoiar o crescimento da empresa e preservar a agilidade de processos

10/03/2011
Daniel Garbuglio é o country manager Quest Software
O executivo, com mais de 17 anos de experiência na área de TI e consultoria, terá um papel fundamental na expansão geográfica da companhia

04/03/2011
IBM Brasil realiza mudanças de cargos
Luiz Bovi, Rodrigo Kede e Fabio Pessoa assumem novas posições para adequar estratégia de negócios da empresa

Para saber mais acesse:http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?from%5Finfo%5Findex=1&sid=34


Brasil tem os Maiores Salarios no Mundo dos Executivos 13/02/2011

Posted by Pedro Carvalho in Como está o mercado?, Notícias.
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WHERE does a senior manager cost most? Brazil, according to the Association of Executive Search Consultants (AESC), a trade body. Two recent surveys, one by the AESC and the other by a Brazilian headhunter, Dasein Executive Search, found that chief executives and company directors earned more in São Paulo, Brazil’s business capital, than in New York, London, Singapore or Hong Kong (see chart). The surveys compared base salary, but bonuses in Brazil are generous too, says David Braga of Dasein. And the comparison understates the cost of hiring in Brazil: its payroll taxes are among the world’s highest.

Part of the reason for runaway executive pay is booming demand for staff, at all levels. Brazil, China and India are all seeing strong growth in employment. But according to Manpower, another employment agency, the mismatch between supply and demand is starkest in Brazil, where 64% of employers report difficulty filling vacancies, against 40% in China and 16% in India. Managers with technical backgrounds are especially scarce in Brazil: big oil finds and infrastructure plans mean demand is soaring, but Brazil turns out just 35,000 engineers a year, against India’s 250,000 and China’s 400,000.

The strength of the real artificially boosts Brazil’s position in international pay comparisons. But even in reais executive pay is growing by double digits a year, says Edilson Camara of Egon Zehnder, a headhunting firm. Senior managers in China and India are reaping similar gains, but from a lower base. Multinationals that used to run their Latin American operations from Miami, Mexico or Buenos Aires have mostly shifted to São Paulo; China and India are still often overseen from Singapore or Hong Kong, though Shanghai is becoming more popular. A wave of foreign takeovers, and forays abroad by Brazilian firms, have both increased demand for managers with international experience.

The solution is to nurture your own talent, says Alexander Triebnigg, who runs the Brazilian operation of Novartis, a Swiss pharmaceutical company. Brazilian employees tend to be loyal, he says, meaning that established firms with generous career-development plans are less hurt by the talent drought. But this loyalty also tends to inflate the market rate. “If you want to tempt a Brazilian to change jobs,” he points out, “you have to offer them a lot more money. In China they’ll change jobs for just a little more.”

Many firms are looking outside to fill top posts. But a high crime rate (São Paulo is far safer than it used to be, but still boasts a murder rate nearly double that of New York) and the need to master Portuguese put many foreigners off. And even big Brazilian companies may lack the international renown needed to entice the most ambitious. “Busy people may not listen to what you have to say about the complexity and size of some Brazilian company they’ve never heard of,” complains Mr Camara.

The biggest beneficiaries of Brazil’s war for talent are likely to be its expatriate managers. Mr Braga of Dasein says the motive for his research on pay was the ten or so unsolicited inquiries his firm receives each day from Brazilians living abroad who are thinking of returning home—even though most of them mistakenly thought that doing so would mean a pay cut.

Fonte: The Economist – Big country, big pay cheques – Originalmente publicado aqui

Cresce emprego na indústria 11/02/2011

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Por Francine De Lorenzo

Valor online – 10/02/2011

 

SÃO PAULO – O nível de emprego da indústria paulista aumentou 0,44% em janeiro em relação ao mês anterior, já considerando os ajustes sazonais, informou nesta quinta-feira a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Sem o ajuste sazonal, a alta foi de 0,61%.

No mês passado, foram gerados 15.500 postos de trabalho. Dentre os 22 setores analisados, 15 contrataram, 5 demitiram e 2 ficaram estáveis. Os segmentos industriais que mais ampliaram seu quadro de funcionários foram equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (2,5%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (1,9%). Já os que mais demitiram foram os segmentos de fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (-3%) e o setor de couros e fabricação de artigos de couro, artigos de viagem e calçados (-1,3%).

 

Título original: Emprego na indústria paulista cresce 0,44% em janeiro


Emprego na indústria cresce por 15 meses seguidos 27/11/2010

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Azelma Rodrigues | Valor
04/11/2010

BRASÍLIA – As horas trabalhadas na produção da indústria nacional recuaram 0,4% em setembro sobre agosto, pelo critério dessazonalizado. Sem o ajuste sazonal, também apresentaram queda de 1,8%, informou a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

No confronto com setembro de 2009 foi observada elevação de 7,4% nas horas trabalhadas, que são um indicativo da produção industrial. No acumulado do ano, o indicador registrou ampliação de 8,0%.

Já a massa salarial real da indústria de transformação aumentou 1,1% em setembro na comparação com agosto. Contra setembro de 2009 houve alta de 6,8%. De janeiro a setembro houve avanço de 6,1%.

O nível de emprego industrial, por sua vez, subiu 0,5% na passagem de agosto para setembro, pelo critério dessazonalizado. Sem ajuste sazonal, houve alta de 0,6%. Ante o mês de setembro de 2009 foi registrado aumento de 7,1%. No cumulado do ano houve avanço de 5,3%.

Segundo a CNI, “a atividade industrial, em geral, apresenta-se moderada, mas o mercado de trabalho continua aquecido. O último registro de queda do emprego foi em junho de 2009, ou seja, há 15 meses

Fusões e aquisições em alta no setor de tecnologia 27/11/2010

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Por Daniela Braun | Valor Online – 26/11/2010

SÃO PAULO – As fusões e aquisições do mercado global de tecnologia totalizaram US$ 46,2 bilhões no terceiro trimestre. A soma representa um crescimento de 48,5% em relação aos US$ 31,1 bilhões contabilizados em igual período do ano passado e o maior volume desde o início da crise econômica mundial, informa a Ernst Young.

De acordo com a consultoria, o setor fechou 601 acordos de fusão e aquisição entre julho e setembro, superando em 32,7% os 453 negócios realizados no terceiro trimestre de 2009.

Acordos envolvendo companhias estrangeiras representaram 51% dos valores totais das transações realizadas no terceiro trimestre e continuam crescendo, segundo a consultoria.

A participação dos fundos de private equity nas negociações quase triplicou em um ano, saindo de 35 no terceiro trimestre de 2009 para 99 entre julho e setembro deste ano.

O valor médio das fusões e aquisições na área de TI ficou em US$ 176 milhões no terceiro trimestre, o que representa um recuo de 1,3% na comparação com a média de US$ 178 milhões registrada em igual período do ano passado.

O setor realizou 36 ofertas públicas de ações (IPOs, na sigla em inglês) entre julho e setembro, movimentando um total de US$ 4,5 bilhões. A soma ficou abaixo dos 48 IPOs registrados no segundo trimestre deste ano, que movimentaram US$ 5,2 bilhões.

A consultoria projeta um crescimento contínuo de transações neste segmento nos próximos meses, incluindo apostas em segurança da informação, comércio eletrônico via tecnologias móveis e computação na nuvem.

A análise da Ernst Young também mostra que o Brasil não registrou negócios na área de tecnologia no terceiro trimestre, já que as empresas brasileiras ainda têm grande foco na prestação de serviços, despertando menor interesse de corporações globais.

Título Original: Fusões e aquisições em tecnologia somam US$ 42,6 bi no 3º trimestre

Fusões e aquisições disparam 81,9% no Brasil até setembro 14/10/2010

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Brasil Econômico – Por Aluísio Alves/Reuters
05/10/10 13:41

Farto acesso a capital internacional por grandes empresas, crescente interesse de estrangeiros e consolidação em vários setores fizeram o mercado de fusões e aquisições deslanchar em 2010.

O giro financeiro de operações envolvendo companhias brasileiras anunciadas nos nove primeiros meses deste ano totalizou US$ 88,8 bilhões, um salto de 81,9% em relação ao registrado em igual período de 2009.

Entre os mercados emergentes, o Brasil ficou em posição de destaque ao lado de China e México.

As fusões e aquisições anunciadas em países em desenvolvimento totalizaram US$ 480,7 bilhões de janeiro a setembro, aumento de 63% contra um ano antes. A cifra representa mais de um quarto das operações globais do período.

Para especialistas, o movimento reflete um cenário positivo, incluindo a perspectiva de crescimento da economia brasileira acima da média internacional por vários anos e o movimento de consolidação em vários setores, como varejo, petróleo e gás e açúcar e álcool.

“Está todo mundo voltando os canhões para o Brasil”, disse Marco Gonçalves, chefe da área de Mergers & Aquisitions (M&A) do BTG Pactual, líder no ranking de instituições financeiras coordenadoras de fusões envolvendo empresas brasileiras no ano.

De um lado, o país é uma das poucas alternativas para grandes empresas globais para continuar expandindo suas atividades, já que a perspectiva para economias desenvolvidas é de baixo crescimento por um período prolongado.

É o que explicaria, por exemplo, a compra da fatia na operadora móvel Vivo que pertencia à Portugal Telecom pela espanhola Telefónica, a anunciada Oferta Pública de Aquisição (OPA) das ações preferenciais da empresa de TV por assinatura Net pela Embratel (do grupo mexicano América Móvil) ou ainda as seguidas compras feitas por fundos de private equity.

Na semana passada, o Blackstone, um dos maiores gestores de fundos de private equity do mundo, anunciou a compra de 40% da brasileira Pátria Investimentos.

“Todos querem ficar posicionados no Brasil”, disse o vice-presidente e chefe da área de banco de investimentos do Itaú BBA, Jean-Marc Etlin.

Segundo os executivos, o interesse dos estrangeiros se mantém, mesmo com o real valorizado frente ao dólar, o que encarece os ativos brasileiros no exterior. “O que eles estão comprando é crescimento da economia”, disse Gonçalves, do BTG Pactual.

Em todo o mundo, a atividade de fusões e aquisições totalizou US$ 1,75 trilhão nos nove meses iniciais de 2010, alta de 21% contra um ano antes. A quantidade de operações cresceu 3,8%, para 29 mil transações.

Considerando apenas o intervalo de julho a setembro, as fusões e aquisições no mundo avançaram 21% contra um ano antes, para US$ 676,9 bilhões, trimestre mais forte desde os mesmos três meses em 2008, quando a quebra do Lehman Brothers desencadeou uma crise global.


Crescem oportunidades no Setor de Serviços 18/09/2010

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O setor de serviços se beneficia mais do que a indústria das boas condições do mercado interno, crescimento do mercado de trabalho, inflação controlada e o acesso ao crédito. De acordo com o consultor da FGV Silvio Salles: “o setor de serviços também se aproxima muito da informalidade, que também contribui para a economia e está implicitamente mais expressa nos serviços do que na indústria”.

Uma parte da composição do índice de confiança de serviços (ICS) é de responsabilidade do Índice de Expectativas – que teve alta de 3,2% nos últimos dois meses, após uma queda de 6,8% entre fevereiro e junho deste ano. Em agosto, as expectativas subiram 7,3% em relação a julho.

O índice da situação atual (ISA) também faz parte da composição da confiança. O ISA atingiu os 121,8 pontos, o maior patamar posterior à crise financeira internacional. A alta em relação a julho foi de 1,6%. O consultor da FGV explicou que a volatilidade da situação atual é superior às expectativas, mais constantes.

Na comparação do índice de confiança trimestral com o resultado do PIB do setor de serviços, de acordo com Salles, é possível perceber a existência de aderência entre os dois indicadores. Portanto, no terceiro trimestre, “o PIB de serviços deve manter o mesmo ritmo observado no segundo trimestre”, acredita o consultor.

O setor que apresentou confiança mais elevada foi o de serviços de informação, como telecomunicações, informática e serviços audiovisuais, com alta de 7,6%. Em seguida, foi registrado o setor de transportes (que inclui o transporte de cargas), com 4,3%. O único setor que apresentou queda da confiança foi o de serviços de manutenção e reparação, muito concentrado em oficinas, com menos 2,6%.

De qualquer forma, o perfil de alta foi considerado generalizado, já que 11 dos 12 ramos pesquisados avançaram. “A confiança dos serviços se mantém em patamar elevado, embora relativamente estabilizado desde o segundo trimestre, sinalizando a percepção de um ambiente favorável ao setor”, concluiu Sales.

A falta de engenheiros qualificados preocupa o setor industrial. O déficit anual já está perto de 30 mil profissionais, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo estimativa da CNI, até 2012, haverá ao menos 150 mil vagas não preenchidas por profissionais devidamente capacitados. Ou seja, parte destes postos poderão ser destinados a pessoas com outras formações acadêmicas.

O aumento de 5,6% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro dos serviços no segundo trimestre na comparação com igual período do ano passado foi influenciado diretamente por setores ligados à indústria que, com alta de 13,8%, puxou o crescimento de 8,8% do PIB no segundo trimestre. As principais alavancas para o setor de serviços entre abril e junho foram o comércio atacadista e varejista, com alta de 11,8% frente ao segundo trimestre do ano passado, e transporte, armazenagem e correio, que subiu 11,2%.
“No serviço, os setores que mais cresceram foram os que têm comportamento muito influenciado pela indústria”, disse Rebeca Palis, gerente da coordenação de contas nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Outro destaque ficou por conta da intermediação financeira e seguros, que subiu 9,8%. Rebeca frisou que o grupo nunca deixou de ter comportamento positivo mesmo durante a crise, embora tenha desacelerado o crescimento. Agora retoma o fôlego, apesar de não ter recuperado o ritmo pré-crise, na casa dos 15%.

Fontes:

  • Confiança do setor de serviços avança, avalia FGV, por (Juliana Ennes/ Valor)
  • Falta de engenheiros (Valor)
  • Serviços se beneficiam de setores ligados à indústria, diz IBGE (Rafael Rosas e Juliana Ennes | Valor)
  • Agosto tem recorde de contratações puxado por serviços e comércio (Valor)

Emprego na Indústria cresce 17/09/2010

Posted by Jacqueline Maia in Notícias.
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Valor Online

Por Juliana Cardoso 10/09/2010

SÃO PAULO – O emprego na indústria aumentou 0,3% entre junho e julho, com ajuste sazonal. Foi o sétimo resultado positivo seguido, apontou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação a julho de 2009, o indicador aumentou 5,4%, que foi a sexta taxa positiva consecutiva e a mais expressiva desde o começo da série histórica do organismo.

“No confronto com igual mês de 2009, os resultados continuaram positivos pelo sexto mês, com o índice alcançando a taxa mais elevada desde o início da série histórica, refletindo não só o aumento nas contratações em 2010, mas também a baixa base de comparação decorrente dos efeitos da crise econômica internacional”, sustentou o IBGE em nota.

No acumulado do ano até julho, houve elevação de 2,9% no emprego industrial. Em 12 meses, contudo, foi observado recuo de 0,5%.

O levantamento mostrou ainda que o valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria subiu 1,9% em julho, perante o mês anterior, e teve alta de 11,2% na comparação com o sétimo mês de 2009, a maior marca desde março de 2004 (12,5%). Vale destacar que, no confronto anual, todos os locais investigados verificaram aumento no valor da folha, com destaque para São Paulo (5,6%) e Rio de Janeiro (35,4%). No ano, o valor da folha de pagamento subiu 5,6%.

Quanto ao número de horas pagas na indústria, houve queda de 0,3% entre junho e julho, com ajuste sazonal, interrompendo uma sequência de cinco meses de alta. No comparativo com julho de 2009, o acréscimo de 5,7% significou a maior taxa da série do IBGE. De janeiro a julho, o avanço correspondeu a 3,8%. “O indicador acumulado nos últimos 12 meses apontou variação de 0,1%, primeiro resultado positivo desde fevereiro de 2009, e manteve a trajetória ascendente iniciada em novembro de 2009 (-5,4%)”, destacou o organismo.

Título Original:

Emprego na indústria tem sétima taxa positiva seguida

(Juliana Cardoso | Valor)