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Networking vs Empregabilidade 19/06/2015

Posted by Pedro Carvalho in Editorial.
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Mitos de Networking

Mitos de Networking

Em geral não são círculos de relacionamento errados que levam uma eventual estratégia de networking ao fracasso, mas comportamentos inadequados ou dissonantes e/ou o completo distanciamento entre os planos de carreira desenhados e a sua execução e implantação. O objetivo de relacionar-se é capacitar o profissional a dar saltos qualitativos, criando um conteúdo baseado no futuro, garantindo um comportamento harmonizado com os objetivos de carreira e proporcionando uma gestão contínua do processo de melhoria de relacionar-se. Alguns Executivos inclusive estabelecem alguns indicadores de desempenho previamente estabelecidos. Assim como para manter a boa forma física é necessário exercitar-se diariamente, o exercício de Networking feito de maneira contínua é que garantirá a saúde de sua visibilidade profissional.

Até a próxima edição!

Pedro Carvalho – Sócio in-sight®

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É sua idade ou sua atitude? 18/06/2015

Posted by Jacqueline Maia in Editorial.
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Você não pode voltar o relógio, mas pode mostrar sua paixão e resultados aos Decision Makers.

É frequente parecer que o relógio está contra nós quando temos mais de 40 anos.

Contrariamente a entidades Norte-Americanas, aqui no Brasil o ônus da prova dos processos de entrevista cai sobre o candidato nos casos de discriminação de idade. Até mesmo nosso governo, uma entidade legal, parece lutar contra nós ou, pelo menos, dispostos a ajudar.

Recebo tantas perguntas sobre a discriminação de idade que tenho agora uma categoria especial dedicada a este tema em meu blog.

Muitos de nós ficamos chateados com o tratamento aos Executivos acima de 50 anos porque a maioria sabe que temos de trabalhar bastante, até bem depois dos 60 anos, antes de nos aposentarmos. Mas pesquisas recentes indicam que poucos de nós realmente queremos trabalhar depois dos 60 – e essa tendência pode ajudar a explicar, ou desculpar, preconceitos de muitos empregadores.

Pesquisa da consultoria DeLong & Associates realizou um estudo sobre trabalhadores mais velhos e as características de contratação intitulado “Buddy Can You Spare a Job?”. O relatório revela que a maioria dos trabalhadores mais velhos sentem a pressão financeira para trabalhar após os 60 anos, mas poucos trabalham ou mostram um desejo de trabalhar. Por sua vez, empregadores temem contratar empregados que são menos apaixonados pelo seu trabalho (traço menos encontrado nos colegas mais jovens).

Isso levanta uma questão interessante para perguntar a si mesmo nesta altura de sua carreira: você é apaixonado pelo seu trabalho? Como? E como essa paixão pode afetar sua capacidade para encontrar emprego?

Você consegue encontrar algo que você realmente gosta? Sua paixão (ou falta dela) vai aparecer durante a entrevista. Então o primeiro passo é considerar quão compromissado você está com seu trabalho atual. Quão apaixonado você está?

Encontre sua paixão, depois o trabalho

Se você já não tem paixão pelo seu trabalho atual, talvez seja hora de algumas auto avaliações. Embora você tenha acumulado experiência em diversas áreas ao longo dos anos, agora pode ser o momento de redefinir e reorientar a sua história.

Claro, você pode ser bom em muitas coisas, mas pergunte a si mesmo:

“De todas as coisas que eu já fiz, ou quero fazer (funções, habilidades e capacidades), o que realmente me traz a maior alegria neste momento na minha vida?”

Encontre uma coisa que você sinta que faz com prazer e foque nela. Se algum de seus feitos passados e experiências não for ligado diretamente aos requisitos deste foco, então não as enfatize.

Lembre-se, esta é a sua história. Diga isso à sua maneira. Você irá querer direcionar seu currículo de modo a mostrar-se da forma mais positiva e poderosa possível. Isso significa aumentar apenas os aspectos de sua experiência que sejam relevantes para a sua recém-centrada meta de carreira e paixão. Neste estágio talvez seja útil procurar por um consultor de carreiras com experiência, visões práticas e objetivas.

Venda Resultados, não Anos

Depois de identificar seus objetivos, você pode precisar vendê-los de forma diferente da que você fez no passado.

Não faz muito tempo, você poderia ganhar um emprego apenas por falar sobre suas habilidades adquiridas nos últimos 15 anos que passou trabalhando. Os Decisoin Makers estão a procura de resultados, não de anos. Converse na língua que qualquer empregador compreenda e aprecie: retorno sobre o investimento. Ao invés de citar 20 anos de experiência, identifique seus benefícios para o empregador e coloque-os em termos monetários. Apoie suas realizações com fatos baseados em benefícios. Venda-os sob um formato que ajudou seus ex-empregadores a perceber valor.

O dinheiro fala, e fala em voz alta. A boa notícia é que o tema “faturamento” ou “lucro” pode superar a idade. Como funcionário, você quer ganhar ou economizar receitas para o seu empregador. Levante as suas muitas realizações profissionais até obter a resposta de quantas maneiras você ajudou seus ex-chefes ganhar e poupar financeiramente e economizar tempo. Esteja preparado para demonstrar situações em que você já conseguiu isso.

Você não pode eliminar o preconceito de idade no local de trabalho, mas você pode superar um grande obstáculo, que é a percepção de que, como um trabalhador mais velho, falta-lhe a paixão de um jovem profissional. Você pode não ser capaz de regenerar uma paixão perdida, mas pelo menos você pode desenvolver um renovado entusiasmo e concentrar no que você quer durante a procura por um novo emprego. Adicionalmente um breve e eficiente discurso de vendas ajudará para a superação de velhas percepções a respeito da idade.

Até a próxima Edição!

Pedro Carvalho

Centro de Carreira dos Ex-Alunos da GV

Partner – in-sight® Executive Search & Recruting

Fonte e Bibliografia:

Over 40 & You’re Hired!: Secrets to Landing a Great Job por Robin Ryan
Over-40 Job Search Guide: 10 Strategies for Making Your Age an Advantage in Your Career por Gail Geary
Buddy Can You Spare a Job? Autor: DeLong & Associates – http://www.klhagen.com/associates_klh_2.php.
Reaching People Under 40 While Keeping People Over 60: Being Church for All Generations (TCP Leadership Series) por Edward H. Hammett and James R. Pierce
Finding a Job After 50: Reinvent Yourself for the 21st Century – por Jeannette Woodward
Your Next Career: Do What You’ve Always Wanted to Do (Your Next Career: Do What Your’ve Always Wanted to Do) – por Gail Geary

As 10 maiores mancadas que Executivos fazem na Busca por Oportunidades 28/09/2014

Posted by Pedro Carvalho in Editorial.
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Ninguém precisa lhe dizer o quão difícil é encontrar um bom emprego atualmente. Num cenário de concentração econômica menos players dominam cada vez mais market share e com isto podemos dizer que a cada dia há menos “cadeiras disponíveis”. A concorrência portanto acirra-se diariamente.

Imagino que você está atolado de pessoas dizendo como consertar o seu currículo, contatar head hunters e usar aqueles sites de emprego. Bom…, isso tudo é melhor do que se você se utilizar de todas minhas ideias juntas do meu artigo em que citei as 10 formas de como avaliar se sua busca por um emprego é uma piada.

Com que autoridade faço comentários sobre procura de Empregos Executivos? Cito apenas as 3 mais importantes:

1. Não estou neste momento contratando ou procurando um emprego, o que faz de mim um observador mais objetivo neste tema;

2. Se você somar todas as pessoas que eu e meus sócios entrevistamos para emprego, os processos pelos quais eu passei como candidato e os executivos que colocamos em novo emprego nestas últimas 2 décadas você não acreditaria nas histórias que tenho para contar;

3. Por já ter passado por uma carreira como executivo e consultor, atualmente não tenho nada melhor para fazer do que ficar sentado o dia inteiro pensando em maneiras de manter você longe de atitudes que possam estragar sua carreira.

Só mais uma coisa. O maior erro absoluto que você pode cometer é pensar que já sabe tudo isso. Creia: Você não sabe! E tenho 10 maneiras de provar isso. Veja:

1. Fazer Coisas Idiotas em sites de redes sociais
2. Abraçar seu Orgulho
3. Manter-se em uma carreira que está com os dias contatos
4. Ignorar a realidade
5. Esquecer que você precisa fazer a sua parte
6. Gastar todo seu tempo procurando online
7. Enviar seu currículo aleatoriamente
8. Não compreender quem é você
9. Assumir que vai dar certo
10. Ser seu pior inimigo

1. Fazer Coisas Idiotas em sites de redes sociais
Antigamente a única maneira de se autodestruir publicamente era dizer algo banal em uma entrevista à imprensa. Agora sua vida está lá na web. Todos podem saber tudo que há sobre você e algo mais. A primeira coisa que qualquer possível empregador, minimamente semi esperto, faz estes dias é fazer um Google em você e checar seus sites de rede social para procurar sinais de esquisitice.
Por exemplo, há muitos profissionais que listam “oportunidades de carreira” e se agrupam publicamente em muitos grupos de “Procura por emprego” em seu perfil no LinkedIn enquanto estão empregados. Potenciais empregadores não são idiotas. Eles sabem que você faria a mesma coisa se trabalhassem para eles.
E por favor, limpe sua página do Facebook. Livre-se de toda a porcaria sobre você gostar de realidades virtuais ou identidades alternativas (como por exemplo, um avatar, um corinthiano roxo ou um tiririca). Atualize suas configurações de privacidade e não adicione qualquer amigo a menos que você o conheça pessoalmente.

2. Abraçar seu Orgulho

Muitos profissionais bem sucedidos, mesmo executivos famosos como Steve Jobs e Bill Gates, já tiveram tempos difíceis. Ter sucesso significa nunca esquecer tempos difíceis. Estar ciente de suas falhas pode lhe dar uma sensação única de empatia, humildade e humor mesmo que outros não a possuam. Também lhe dá abertura a novas ideias, opiniões e novas possibilidades. Ou seja: vantagens em sua carreira.

3. Manter-se em uma carreira que está com os dias contatos

Empregos outrora florescentes foram devastados pela crise financeira, pela chegada dos produtos chineses no Brasil e pela desindustrialização da cidade de São Paulo. Estive conversando com um amigo que estava chateado por não ver perspectivas de melhoras profissionais tão cedo. Não podia acreditar no que estava ouvindo. Finalmente eu disse: “Fulano, você estava no setor têxtil… e você está na grande São Paulo. Do que você sente saudades? Você não ouviu sobre a invasão asiática com seus produtos industrializados nas mais diversas áreas de bens de consumo?”
Olha gente, isso é sério. Confira o site do ministério do trabalho e suas estatísticas de emprego e descubra quais as indústrias que estão vivendo o seu ocaso. Se você está em uma delas, então é uma boa hora para estudar ou fazer algo diferente para melhor se reposicionar.

4. Ignorar a realidade

Algumas pessoas se recusam a dar um olhar frio e objetivo no espelho e enfrentar o que veem. Sei que é assustador, mas você tem que fazê-lo. Mais importante: você não pode adoçar ou colocar uma maquiagem, não importa o quão “feio” a imagem pareça.
Exemplo: Esta semana veio um colega em meu escritório que têm 53 anos. Foi um executivo brilhante no setor Naval. Fez a loucura de pedir demissão. Por quê? Ele queria morar na praia e viver como consultor. Pois é… adivinha? Não surgiram contratos suficientes para se manter. Bom, ele insistiu comigo: “agora quero um emprego e não me importo ter o cargo de média gerência, ganhar metade do que eu ganhava”. Expliquei que isto era um absurdo! Uma dura realidade que ele precisa enfrentar é que ninguém dá emprego desta maneira. Procurar emprego assim é cair na categoria de overqualified ou underqualified. Você simplesmente não pode vencer desta maneira.
Não é assim. Você tem escolhas. No meu blog escrevi boas matérias sobre isto: Vale a pena checar.

5. Esquecer que você precisa fazer a sua parte

Você ficaria surpreso com o quão fácil é esquecer de fazer o básico quando o céu está caindo. Como se veste o que você diz e como você diz contribui para a sua presença e o resultado em busca de emprego e entrevistas.
A verdade é que as pessoas percebem como você se veste, consciente e inconscientemente. As ações e aparências podem falar mais alto que palavras. O julgamento real de suas capacitações e habilidades podem demorar um pouco. As pessoas inevitavelmente confiam em suas impressões iniciais.
Não só isso, mas a maioria das pessoas subestimam muito o poder e a importância de ser um bom networker. Se você acha que é tudo politicagem, você está errado.
Ah! e não esqueça de dizer ao entrevistador que você está animado com a oportunidade. Em vendas, chamamos a isso de “fechar um pedido”.

6. Gastar todo seu tempo procurando online

É mais provável encontrar um trabalho com pessoas reais do que online. Na verdade, a melhor maneira de fazer isso é um pouco de ambos: inscreva-se online e depois descubra um contato através de uma pessoa real na empresa. É por isso que seu networking é o seu ativo mais importante.
Dez mil seguidores no Twitter ou fãs no Facebook não valem dez relacionamentos pessoais sólidos. Não que a mídia social não seja uma forma boa de fazer contatos, mas eles são eficazes apenas se e quando eles se tornam relacionamentos reais. Ou seja, só são significantes aqueles que você pode contatar ou se reunir quando você precisa, e vice-versa.

7. Enviar seu currículo aleatoriamente

Se você pensa, mesmo que minimamente, que o envio de seu currículo aleatoriamente possibilite conseguir um emprego, você precisa acordar e dar uma boa olhada à sua volta. Claro, é possível, mas isso é ganhar na loteria.
Quando você encontrar uma oportunidade interessante, você precisa se mexer muito, e encontrar um ser humano para ajudar a orientá-lo como chegar lá (achar os decision makers). Há muitas maneiras de fazê-lo: como LinkedIn para procurar nomes de pessoas na empresa e em seguida tentando contato com o responsável pela contratação ou qualquer outra pessoa que você encontre e que tenha algo que poderia ajudá-lo.
Se você não tem idéia do que estou falando, então você precisa encontrar alguém que conheça esse tema e aprender todos os truques que a Internet proporciona para se infiltrar em empresas e conectar-se com pessoas reais.

8. Não compreender quem é você

O que é que todas as empresas de sucesso sabem – e que os profissionais que procuram emprego precisam saber? O que há de interessante na Coca-Cola, Microsoft, Starbucks, Disney e McDonald’s? O que faz um consumidor comprar um produto em detrimento de outro – e faz com que um candidato a emprego seja muito mais procurado do que outros? A resposta é marketing, mas mais especificamente, o poder da marca. E a marca não é apenas para os produtos.
A marca pessoal pode ser descrita de muitas maneiras, mas é melhor definida como uma promessa…, uma promessa do valor do produto…, a promessa de que o produto é melhor do que todos os demais. A marca pessoal é o conjunto de características tangíveis e intangíveis que fazem uma marca única.
Marca Pessoal é essencial para a progressão na carreira, porque ela ajuda a definir quem você é como você é bom, e porque você deve ser procurado. Marca Pessoal é a sua reputação. Marca Pessoal é algo que remete à construção de um nome para si mesmo, mostrando o que o diferencia dos outros, e que descreve o valor que você acrescenta em cada situação.
O guru da administração Tom Peters, em seu livro The Brand You50 (Reinventing Work): Fifty Ways to Transform Yourself from an “Employee” into a Brand That Shouts Distinction, Commitment, and Passion! Afirma: “Independentemente da idade, independentemente da posição, independentemente do negócio que estamos, todos nós precisamos entender a importância da marca pessoal. Nós somos os CEO’s de nossas empresas:. Me, Inc.” E acrescenta: “Você não é definido pelo seu cargo, e você não está limitado pela descrição de seu trabalho”.

9. Assumir que vai dar certo

Não me interprete mas, “ter fé” que as coisas irão dar certo e “assumir” que as coisas irão dar certo são duas coisas muito diferentes. É bom ter confiança em suas habilidades e seu potencial, mas o excesso de confiança num momento como este não é uma boa ideia.
Você precisa manter boas esperanças e se planejar para o pior. E entender que “o pior” poderá vir a ser pior do que você planejou. Então não adie ações importantes, não entre em dívidas caso contrário acabará dificultando as coisas para si próprio. Apenas aperte o cinto o máximo possível e prepare-se para uma possível longa caminhada. Encontrar um bom emprego neste mercado é como uma maratona, não é uma corridinha.

10. Ser seu pior inimigo
Muitos, a maioria de nós, somos o nosso pior inimigo. A razão é que todos nós temos problemas que não lidamos por medo de que apareçam coisas piores. Talvez isto ou talvez apenas falte a coragem para admitir que estamos com medo. Em vez de enfrentar os nossos problemas nos debatemos muito e chegamos ao estresse.
Não sou psicólogo, mas até eu sei que manter-se trancado e não enfrentar problemas é uma ideia ruim. Problemas tendem a extravasar nos momentos mais inoportunos. Torna-se uma praga durante a procura a um emprego, nas entrevistas, a qualquer hora, em qualquer lugar. E sim, pode levar à auto-limitação, ou mesmo um comportamento auto-destrutivo.
É melhor ser honesto consigo mesmo e aprender a lidar com seus problemas. Quando o fizer, tenha em mente que você não está sozinho. Na verdade você está em muito boa companhia. Então seja bom para si mesmo. Não se esqueça de se divertir um pouco de vez em quando, um happy hour, cuidar de seu corpo, comer bem, exercitar-se, dormir bem, meditar, fazer coisas Zen, rezar, qualquer coisa que funcione para você. Vai fazer toda a diferença.

 

Até a próxima Edição!

Pedro Carvalho

Centro de Carreira dos Ex-Alunos da GV

Partner – in-sight® Executive Search & Recruting

Fonte e Bibliografia:

Be The Needle in the Haystack – por Bill Morgan

Finding Work After 40: Proven Strategies for Managers and Professionals  – por Robin Bell and Liam Mifsud

The Corner Office  – por Steve Tobak

The Brand You 50 : Or : Fifty Ways to Transform Yourself from an ‘Employee’ into a Brand That Shouts Distinction, Commitment, and Passion – por Tom Peters

Building Your Personal Brand: Tactics for Successful Career Branding – Randall S. Hansen, Ph.D.

How to Figure Out What You Want To Do with Your Life – William G Morgan.



 



Painel de Vagas 01/09/2014

Posted by Pedro Carvalho in Job Postings.
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Painel de Vagas

…………

Untitled Document

Vagas Executivas (e média gerência)
Título da Vaga Link para se Candidatar Segmento Data Final para se Candidatar Recrutador
Chief Human Resources Officer http://bit.ly/RHChief Services 15-Feb ExGV
Senior Manager of Supply Chain Transformation http://bit.ly/SM-SupplyChain System and Control 21-Feb ExGV
Business Quality Leader http://bit.ly/vagaBQL Appliances 28-Feb ExGV
CIO http://bit.ly/CIO-MorIE Mechanical or Industrial Engineering ExGV

…………………… .

Ah! …e eis a resposta para a pergunta mais frequente: “Como me candidato?” Estamos dando prioridade para quem seguir os procedimentos indicados corpo do descritivo da vaga..... *
Retainer: O que é Retainer? é um formato de Recrutamento – vide explicações neste link*
Indicação : é quando um Presidente ou Executivo Sênior, Associado da ExGV, colega nosso nos pede para coletar alguns CV’s sob os serviços que a Associação concede a seus integrantes. É um formato de triagem simples.

Se você não sabe para onde está indo… 22/08/2014

Posted by Pedro Carvalho in Editorial.
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Existe uma infinidade de motivos que vivencio diariamente com executivos que me contam o porquê eles querem encontrar um novo emprego. Mas, qualquer que seja esta motivação, eles atravessam uma turbulência emocional e então decidem que é hora de tomar ações.  Para muitos isto significa atualizar o Currículo, fazer várias cópias, obter listas de emails,  começar uma campanha para distribuição e até mesmo alguns decidem voltar à escola.  Mas cuidado: isto é uma armadilha – a armadilha da atividade.  Ficar ocupado apenas cria a sensação que você está fazendo algo. Você pode estar caminhando em falso.  É um método muito ineficiente de localizar uma oportunidade boa para você.  São estas mesmas pessoas que me perguntam com muita freqüência: como será que respondo isto ou aquilo nas entrevistas? Será que esta é uma posição confiável? Será que eu me beneficiaria a longo prazo se fosse por aqui ou por ali? É muito difícil responder estas perguntas propriamente sem antes olhar com cuidado uma importante análise de balanço de sua carreira e planejamento de vida. Sua ocupação tem um tremendo impacto em sua vida e na vida dos seus familiares. É como diz David Campbel (especialista em carreiras): “If You Don’t Know Where You Are Going, You ‘ll Probably End Up Somewhere Else”.

Assinatura Pedro

Pedro Carvalho –Sócio in-sight®

Os melhores empregos não vão para os maiores talentos 22/05/2014

Posted by Pedro Carvalho in Editorial.
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Frase do dia:

Great jobs don’t go to great people. They go to great job searchers

—– Duchan Mathison, reconhecido profissional de Coach (EUA)

Os melhores empregos vão para aqueles que sabem como navegar o mercado, e que se utilizam bem destas informações. Há grandes oportunidades esperando por você no mercado. Oportunidades boas existem mesmo em tempos difíceis.

Existe de fato 2 mercados de trabalhos para os Executivos de hoje. Aqueles que todo mundo conhece – e também conhecem aqueles milhares de profissionais que buscam uma transição de carreira no mesmo local, no mesmo formato de emprego que você procura, para um número limitado de empregos anunciados nos painéis, nos sites de busca por emprego, na lista de distribuição de vagas por e-mail de seus colegas, no site dos Head Hunters. E há aquele que está “escondido no mercado”, aquele aparentemente “mundo secreto”  de oportunidades que estão aguardando qualquer um que tenha a habilidade correta, curiosidade e energia para procurá-lo.

O Mercado que “se esconde” é uma fonte vasta de oportunidades onde é o marco inicial, nunca anunciado publicamente. É aí que você tem uma vantagem competitiva, porquê você foi suficientemente sagaz para encontrá-lo, através de suas próprias “forças”, iniciativa e sagacidade.

Depois de encontrar a oportunidade correta para você, você pode até influenciar o scopo do trabalho, incluindo salário e pacotes de benefícios.

Até a próxima Edição!

O que fazer quando você é “qualificado demais” em uma entrevista? 21/05/2014

Posted by anacaroline2 in Editorial.
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O que você deve fazer quando suas qualificações superam a oferta de trabalho.

 Parece que sempre ouço esta queixa: não me contratam porque eu sou superqualificado! Certa vez uma pessoa me mandou um e-mail comentando o seguinte:

“Eu possuo inúmeras atividades extracurriculares. Tenho experiência em gerenciar projetos e pessoas e sei quais são as minhas melhores habilidades. Tenho MBA e cursos de extensão. Tudo isso porque quero ter um diferencial em meu curriculum, mas estou preocupado pois os recrutadores estão me vendo como muito qualificado para cargos a que me candidato e me eliminam antes mesmo de conversar comigo. Porém as vagas para as quais me julgam qualificado estão em menor oferta no mercado de trabalho”.

Então, o que fazer se você tem uma boa experiência e uma boa educação, busca por uma recolocação e está disposto a assumir um cargo mais baixo? Aqui estão algumas dicas:

Não tente se habilitar a uma função menor que o seu perfil

Essa estratégia move sua carreira para trás e invariavelmente vai te depreciar. Você tipicamente acaba frustrado, não contratado ou se sentindo mal. Quando procurar um novo emprego, você não pode se propor a fazer algo muito abaixo de suas qualificações. A maioria dos empregadores esperam que você trabalhe no mais alto nível de capacidade possível. Eles não querem perder tempo treinando meses um novo colaborador até que ele traga resultados efetivos para empresa.

Busque consciência e prepare habilidades

Reconhecemos que os recrutadores são relutantes em contratar uma pessoa que consideram “superqualificada” porque acham que será difícil que a pessoa fique feliz, que se realize naquele trabalho. Há o risco de que o contratado não fique por muito tempo no trabalho. Temem que poderá surgir algo mais interessante, num curto espaço de tempo, e que percam aquele profissional. Ainda existe o risco de que você seja entendido como uma ameaça para o seu superior imediato – muitas vezes o próprio entrevistador.

Não se mostre desesperado (Eu não posso perder este emprego!)

Você até pode sentir-se assim, mas não demonstre. Muitos executivos dizem: “Aceitarei qualquer oportunidade apenas para garantir minha volta ao mercado”. Isso não vai funcionar…, é uma estratégia ultrapassada. Estar disposto a aceitar qualquer trabalho irá, certamente, desqualificá-lo. Você precisa mostrar-se disposto a fazer um ótimo trabalho e de ser capaz de agregar muito valor às situações nas quais se envolver. A partir deste ponto tenha paciência para suportar o tempo necessário para que a decisão de sua contratação aconteça. Em muitas empresas as decisões podem demorar um pouco para acontecer, mas elas pagam bem e vale a pena!

Fique atento àquelas posições para as quais você se julga realmente qualificado.

Os entrevistadores sempre procuram fazer as melhores contratações para suas empresas.  Assim quando você identifica uma posição que realmente seja adequada para o seu perfil, capriche na abordagem. Customize suas cartas de apresentação e ajuste seu curriculum de modo que suas qualificações sejam melhor percebidas pelos selecionadores. Certifique-se de que suas habilidades atenderão as necessidades requeridas da vaga e veja se o seu perfil esta alinhado solicitado.

Networking é fundamental quando se procura um novo trabalho.

Pedir a colegas de trabalho, antigos clientes ou fornecedores, ex-funcionários, ex-alunos de sua faculdade para ficarem atentos por você, pode ajudá-lo a descobrir posições que ainda não foram divulgadas. Uma apresentação a um alto executivo poderá abrir novas portas e até mesmo ajudá-lo a chegar numa oportunidade, antes mesmo de ela ser criada.

Os recrutadores utilizam cada vez mais as redes sociais para procurar bons candidatos. Capriche no seu perfil no LinkedIn e no Facebook. NETWORK é a palavra!

 

Até a próxima Edição!

Pedro Carvalho

Centro de Carreira dos Ex-Alunos da GV

Partner – in-sight® Executive Search & Recruting

Fonte e Bibliografia:

Overqualification: Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Overqualification.Studio Job: The Book of Job by Job Smeets, Nynke Tynagel, Viktor & Rolf and Alessandro MendiniJob and Work Analysis: Methods, Research, and Applications for Human Resource Management by Michael T. Brannick, Edward L. Levine and Frederick P MorgesonGet Your Dream Job!: Job Hunting and Career Success Skills [With Earbuds] (Playaway Adult Nonfiction) by Laura StackOverqualified by Joey ComeauI Won’t Be Hired Because I’m Overqualified: The Top Ten Fears Of Job Seekers No. 1 by Gary Joseph GrappoOvercoming the Overqualified Myth by Lucille Falcone Landing the Job You Want: How to Have the Best Job Interview of Your Life by William Byham and Debra Pickett.

Como atualizar seu CV depois de um longo tempo sem procurar por uma oportunidade? 18/05/2014

Posted by anacaroline2 in Editorial.
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P: Sou um executivo sênior e não procuro emprego há mais de 10 anos. Como posso tornar meu currículo atrativo?

R: Apesar do formato de confeccionar CV está vívido em sua mente, do mesmo jeito que fez há 10 anos, têm havido uma série de modificações. Currículos ainda não morreram, mas sua morte parece iminente com 100 milhões de perfis no LinkedIn e 700 milhões no Facebook. As mídias sociais estão remodelando a maneira como as empresas vão olhar para o seu CV. Os empregadores em potencial já estão propensos a querer conversar com as pessoas que estão conectadas a alguma rede, especialmente o LinkedIn.

Seja amigo da tecnologia. A maior mudança é também a mais esperada: um movimento em direção a tecnologia. Marcar presença em rede on-line não é apenas uma opção, mas uma exigência. No mercado de recrutamento de executivos, se você não está no LinkedIn, você não existe. Sugiro criar facilidades para que o recrutador contacte você com apenas um clique para enviar um e-mail, ou um clique para acessar seu perfil no Linkedin.

Não faça suposições. O mercado de trabalho está em uma fase de transição. Quando se trata de candidatar-se a empregos, não assuma nada como 100% definitivo. Assim a forma como você apresentará o seu CV dependerá muito da preferência do recrutador que acessa seu perfil. Se você não tem certeza de qual será esta forma, então é melhor colocar no seu CV um link para o perfil mais detalhado que você deverá ter nas mídias sócias (LinedIn, Facebook ou Curriculum Lates para os acadêmicos).

Expansão é bom. A regra de uma página para curriculum já não é mais verdade. Embora uma página possa fazer sentido quando você tem pouca experiência, já não o faz quando, como um alto executivo, você tem 10, 20 ou mais anos de experiência. É injusto que um alto executivo tenha que manter suas habilidades em apenas uma página. Sugiro expandir a duas páginas, mas dando a primeira página suficiente informações para seduzir o leitor a aprofundar-se mais.

Clichês: A princípio palavras clichês como “habilidade para trabalhar em equipe” e “inovador” podem soar como palavras boas para usar em seu CV mas, de acordo com uma porta-voz do LinkedIn, Krista Canfield, isso é um erro. O site de redes de negócios recentemente observou milhões de perfis de usuários e listou os 10 termos mais utilizados. Estes incluíam inovador, dinâmico, experiênte, super motivado, orientada para resultados, experiência comprovada, habilidade para trabalhar em equipe, agil, solucionador de problemas, e empreendedor. Diferencie-se da maioria criando uma descrição muito própria…, diferenciada.

Visual ainda é importante. Mesmo com a explosão do e-mail na última década, a estética ainda é importante. Em alguns aspectos, são mais importantes do que nunca. Além de sobrecarga de informação, muitos empregadores tem uma sobrecarga de recebimentos de CV’s via e-mail. Se um recrutador está procurando você devido à sua reputação, então a aparência não tem tanta importância. No entanto, se você está procurando chamar a atenção de um empregador em potencial, então o layout de seu CV passa a ser importante.

Rápida Visualização. Uma coisa que não mudou é que os empregadores fazem uma rápida leitura do Curriculum ao em vez de fazer uma leitura palavra por palavra. Para diferenciar-se dos outros, faça um marketing de sua “marca” (Personal Brand). Uma maneira de fazer isso é substituir uma velha frase como “Sumário” no topo, para sua marca: “Marketing de Mídias Sociais” ou “Diretor Financeiro / Software”, por exemplo. Desta forma você convidará o leitor a fazer uma leitura mais longa e detalhada.

Até a próxima Edição!

Pedro Carvalho

Centro de Carreira dos Ex-Alunos da GV

Partner – in-sight® Executive Search & Recruting

Fonte e Bibliografia:

Quick Resume & Cover Letter Book: Write and Use an Effective Resume in Just One Day (Quick Resume and Cover Letter Book) by Michael Farr and JIST
Editors.LifeClever – Give your resume a face lift – link por Chanpory Rith
Resume Magic, 4th Ed: Trade Secrets of a Professional Resume Writer
(Resume Magic Trade Secrets of a Professional Resume Writer) by Susan Britton Whitcomb
The Resume.Com Guide to Writing Unbeatable Resumes by Warren Simons and Rose CurtisIs the CV dead? – Executive Style – The Sydney Moring Herald – July 13, 2011
Unbeatable Resumes: America’s Top Recruiter Reveals What REALLY Gets You Hired by Tony Beshara and Dr. Phil McGraw
Expert Resumes for Managers and Executives” and “Best Resumes for $100,000+ Jobs.” Por Wendy Enelow
Guerrilla Marketing for Job Hunters 3.0: How to Stand Out from the Crowd and Tap Into the Hidden Job Market using Social Media and 999 other Tactics Today by Jay Conrad Levinson and David E. Perry

Dezembro é especialmente Agitado 07/12/2013

Posted by Pedro Carvalho in Editorial.
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Reality Check Fim de AnoJá tive a experiência de sofrer uma demissão, há uns vários anos atrás, nas proximidades das festas de fim de ano, e por isto tenho uma especial empatia com os Job Seekers que passam por uma mudança radical de perda de trabalho, transição e re-ajuste na carreira. É fato que penso que esta fase de festividades não é uma oportunidade mágica de concertar, criar ou encontrar novas carreiras. Entretanto estes dias também não é um tempo de se sentir paralisado nesta empreitada de transição. É uma oportunidade de temperar, rejuvenescer e colocar em ordem sua procura.

Nesta semana estive com um colega meu, Rogério, do setor de Tecnologia durante um almoço no CENU, e ele esteve me contando suas estratégias de procura por novas oportunidades e os resultados maravilhosos que ele obteve. Procurei nele algumas dicas diferentes que eu pudesse repassar aos meus clientes, que por sua vez estão mergulhados em uma enormidade de tarefas de ligações a fazer, e-mails de boas festas, mensagens de amor e felicitações que, se não forem bem gerenciadas poderiam afogá-los e drenar seus tempos e energias.   Rogério comentou, ao eu ter perguntado se este fim de ano foi uma temporada ruim na sua procura, que na verdade foi bem pelo contrário. As últimas semanas foram especialmente agitadas por pessoas me contatando para uma variedade de posições. Muitas delas me contam que estão tentando colocar a casa em ordem para poder executar novas idéias no início de 2014. E, na maioria dos que conversei, querem se certificar que tenham o processo de contratação concluído o mais rápido possível”.

Pois é… e tenho o visto o mesmo com vários outros clientes meus: muita atividade, conversas contínuas, pedidos de currículos persistem enquanto a transição do ano continua. A comunicação tem que continuar e manter no mesmo nível de pique, e o networking têm que pegar e aumentar velocidade. Rogério terminou sua conversa comentando que “têm aproveitado a oportunidade de passagem de ano para planejar novos eventos para ir, pequenos presentes para dar e certificar-se que todos assuntos pendentes tenham um follow up adequado. Agora é uma ótima época para amarrar encontros com muitos colegas que não se fala já faz algum tempo e assim 2014 se inicia com um bom pique!”.

Até a próxima Edição!

Pedro Carvalho

Centro de Carreira dos Ex-Alunos da GV

Partner – in-sight® Executive Search & Recruting

Mito: Empregos em baixa no final do ano 05/12/2013

Posted by Pedro Carvalho in Editorial.
3 comments

Muitos leitores meus pediram para reforçar o último editorial sobre o fim de ano, e abordar o mito de dezembro sobre outros ângulos. Mito: Com todas as distrações, fim de ano é uma época ruim para manter em alta a atividade de procura por emprego: Realidade: Profissionais em transição espertos aumentam sua atividade durante esta época. Incrivelmente muitos job hunters hibernam nestes dias e é então que a competição é reduzida e é mais fácil acessar os Decisores. As autoridades com poder de contratação que se encontram nos escritórios estão geralmente mais disponíveis e abertas a discutir oportunidades e apoio aos job hunters. Talvez seja verdade que tempo é tudo, e em qualquer momento do ano, uma janela de oportunidade é aberta e fechada. Como você saberia que neste fim de ano não te será aberta a oportunidade de conhecer aquele contato-chave, que te resultará naquela entrevista? De fato, o fim de ano concentra significativamente muito mais oportunidades executivas do que em outros tempos. Meu sócio, Edilson Ramos, recrutador, me conta que “ouve-se muitas manchetes de demissões aqui e ali. Mas, os Decisores recrutadores estão geralmente sob pressão para preencher as requisições de empregos ao final do ano, sabendo que sua janela se fechará após o final do ano. Empresas, as vezes, revertem temporariamente, o congelamento de contratações. Recrutadores, como qualquer outro profissional de vendas, ficam sob pressão para preencher suas quotas.”  Então? Você está desenvolvendo seus relacionamentos com Decision Managers ou apenas demonstrando, via e-mail, on-line ou off-line, o quão frustrado você está? Agora é a época de focar e se conectar… de verdade!

Até a próxima Edição!

Pedro Carvalho

Centro de Carreira dos Ex-Alunos da GV

Partner – in-sight® Executive Search & Recruting